{"id":202,"date":"2014-08-04T22:11:53","date_gmt":"2014-08-04T22:11:53","guid":{"rendered":"http:\/\/clunymma.wordpress.com\/?page_id=202"},"modified":"2017-06-06T19:49:47","modified_gmt":"2017-06-06T19:49:47","slug":"cronologia-de-801-a-1000","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cluny.com.br\/?page_id=202","title":{"rendered":"Cronologia de 801 a 1000"},"content":{"rendered":"\n<table id=\"tablepress-25\" class=\"tablepress tablepress-id-25\">\n<thead>\n<tr class=\"row-1\">\n\t<th class=\"column-1\">Per\u00edodo (d.C.)<\/th><th class=\"column-2\">Tema<\/th><th class=\"column-3\">Evento<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody class=\"row-striping row-hover\">\n<tr class=\"row-2\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-3\">\n\t<td class=\"column-1\">28 de janeiro, 814<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Carol\u00edngio<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Morte de Carlos Magno<\/strong>. Assume seu filho, <strong>Luis I, o Piedoso<\/strong>. Extremamente religioso, permitiu que a Igreja conduzisse a pol\u00edtica de seu governo. Faleceu em 840. Em 843, atrav\u00e9s do Tratado de Verdun, seus tr\u00eas filhos - Carlos, o Calvo, Luiz, o Germ\u00e2nico e Lot\u00e1rio  - dividiram o Imp\u00e9rio Carol\u00edngio.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-4\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Ao falecer com 72 anos, na cidade de Aachen, capital do seu Imp\u00e9rio (atualmente essa cidade, tamb\u00e9m conhecida pelo nome franc\u00eas de  Aix-la-Chapelle, est\u00e1 situada na  Alemanha divisa com a B\u00e9lgica),  o territ\u00f3rio carol\u00edngio se estendia pelas \u00e1reas das atuais Fran\u00e7a, Alemanha, \u00c1ustria, Su\u00ed\u00e7a, Pa\u00edses Baixos e norte da It\u00e1lia. Carlos Magno havia sido consagrado como  o verdadeiro senhor temporal da cristandade ocidental, tendo enfraquecido a influ\u00eancia do imperador bizantino sobre os crist\u00e3os.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-5\">\n\t<td class=\"column-1\">820<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Miguel II<\/strong> assume o trono e inaugura a dinastia amoriana, que fica no poder at\u00e9 867. Como esse novo imperador era natural da Fr\u00edgia (antigo reino localizado na Anat\u00f3lia, atual Turquia), essa dinastia ficou tamb\u00e9m  conhecida como dinastia fr\u00edgia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-6\">\n\t<td class=\"column-1\">829<\/td><td class=\"column-2\">Inglaterra<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Rei Egberto de Wessex<\/strong> re\u00fane os sete reinos formados\u00a0ap\u00f3s a vit\u00f3ria das tribos germ\u00e2nicas sobre os bret\u00f5es (577) e passa a ser considerado como o <strong>primeiro rei ingl\u00eas<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-7\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 830<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Vikings intensificam seus deslocamentos e ataques pela Europa, principalmente na Fran\u00e7a.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-8\">\n\t<td class=\"column-1\">842<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Carol\u00edngio<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Juramento de Estrasburgo<\/strong>:  acordo de lealdade m\u00fatua entre os  tr\u00eas  netos de Carlos Magno: <strong>Carlos, o Calvo<\/strong>; <strong>Lu\u00eds, o Germ\u00e2nico<\/strong> e <strong>Lot\u00e1rio<\/strong>. Este foi o primeiro documento escrito em  l\u00edngua francesa.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-9\">\n\t<td class=\"column-1\">842<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Morre <strong>Te\u00f3filo II<\/strong>, \u00faltimo imperador adepto  do movimento iconoclasta.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-10\">\n\t<td class=\"column-1\">842 a 867<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Miguel III<\/strong>:  nesta \u00e9poca, dois irm\u00e3os mission\u00e1rios, <strong>Cirilo<\/strong> e <strong>Met\u00f3dio<\/strong>, desenvolvem um intenso trabalho de evangeliza\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o da cultura bizantina entre os povos eslavos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-11\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>O monge Cirilo, depois canonizado (S\u00e3o Cirilo), criou, em 862-863, o primeiro alfabeto eslavo (<strong>glagol\u00edtico<\/strong>) tendo como base o alfabeto grego. O objetivo principal deste alfabeto era facilitar a tradu\u00e7\u00e3o da B\u00edblia para as l\u00ednguas eslavas.  Posteriormente, alguns disc\u00edpulos de Cirilo transformaram o glagol\u00edtico no <strong>alfabeto cir\u00edlico<\/strong>, at\u00e9 hoje utilizado por muitos povos eslavos (russos, ucranianos, b\u00falgaros, s\u00e9rvios).<\/em><br \/>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-12\">\n\t<td class=\"column-1\">843<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Carol\u00edngio<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Tratado de Verdun estabelece a divis\u00e3o do Imp\u00e9rio Carol\u00edngio entre os netos de Carlos Magno<\/strong>: Carlos, o Calvo fica com a chamada Fr\u00e2ncia Ocidental (a antiga prov\u00edncia romana da G\u00e1lia e que viria a se tornar o reino da Fran\u00e7a);  Lu\u00eds, o Germ\u00e2nico  recebe a regi\u00e3o denominada Fr\u00e2ncia Oriental, territ\u00f3rio a  leste do rio Reno e norte dos Alpes (que, mais tarde, iria se constituir no reino da Germ\u00e2nia e, posteriormente, no n\u00facleo do Sacro Imp\u00e9rio Romano-Germ\u00e2nico), cabendo a Lot\u00e1rio uma vasta faixa de terra que se estendia do Mar do Norte at\u00e9 o sul da It\u00e1lia passando pelo meio dos territ\u00f3rios de seus irm\u00e3os. Essa divis\u00e3o, em breve, levaria ao esfacelamento do antigo Imp\u00e9rio Carol\u00edngio, pois  os tr\u00eas descendentes de Carlos Magno se viram impotentes para manter autoridade sobre um territ\u00f3rio t\u00e3o extenso. Assistiram, assim, ao  fortalecimento gradativo dos  in\u00fameros nobres locais donos de terras e, consequentemente, \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o de pequenos estados aut\u00f4nomos (principados, ducados, condados), fragmenta\u00e7\u00e3o essa que foi um dos tra\u00e7os marcantes do Feudalismo. <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-13\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><strong>Feudalismo: Vis\u00e3o Geral<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-14\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>O feudalismo um sistema pol\u00edtico-s\u00f3cio-econ\u00f4mico que predominou durante os s\u00e9culos X a XIII. Apesar de muitas diferen\u00e7as regionais e temporais, o feudalismo foi encontrado em, praticamente, toda a Europa (e, at\u00e9 mesmo, nos territ\u00f3rios do Oriente M\u00e9dio conquistados pelos cruzados), contudo sua plenitude se deu na Fran\u00e7a e na Inglaterra. (obs.: o termo feudalismo, curiosamente, s\u00f3 foi mencionado a partir do s\u00e9culo XVII, quando a institui\u00e7\u00e3o j\u00e1 estava totalmente extinta). As caracter\u00edsticas b\u00e1sicas deste regime foram:<br \/>\n1) <strong>fragmenta\u00e7\u00e3o do poder pol\u00edtico<\/strong>;<br \/>\n2) <strong>economia agr\u00edcola de subsist\u00eancia<\/strong>;<br \/>\n3) <strong>m\u00e3o-de-obra servil<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-15\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\">(1)<strong> Fragmenta\u00e7\u00e3o do poder pol\u00edtico<\/strong>:<em> a doa\u00e7\u00e3o de terras (feudos) para os nobres e mesmo para a Igreja levou ao enfraquecimento gradativo dos reis e imperadores. Inicialmente, as terras eram concedidas como usufruto em troca de servi\u00e7os, contudo, ao longo do tempo, essas concess\u00f5es tornaram-se heredit\u00e1rias, acentuando-se desta maneira o empobrecimento real, pois, cada vez, os monarcas detinham menos terras. Esse processo veio a fortalecer os in\u00fameros senhores feudais, os quais passaram a exercer mais e mais poderes (pol\u00edtico, econ\u00f4mico, judici\u00e1rio, etc) no \u00e2mbito de suas respectivas jurisdi\u00e7\u00f5es. A organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica feudal era baseada nas chamadas rela\u00e7\u00f5es de depend\u00eancia pessoal (vassalagem) formando uma pir\u00e2mide hier\u00e1rquica que se estendia do soberano (rei ou imperador), que ocupava o n\u00edvel mais alto da hierarquia, at\u00e9 os servos (camponeses).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-16\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\">(2)<strong> Economia agr\u00edcola de subsist\u00eancia<\/strong>:<em> a economia feudal era baseada intensamente na agricultura e tinha como ponto central o feudo, j\u00e1 que as cidades perderam toda a import\u00e2ncia econ\u00f4mica que haviam desfrutado no passado. O com\u00e9rcio era pouco desenvolvido, quase n\u00e3o havendo utiliza\u00e7\u00e3o de moeda. O mais comum eram as trocas de mercadorias feitas nas feiras locais. Isto ocorria para suprir a inexist\u00eancia de certos produtos, como o sal, ou quando os camponeses buscavam obter algum artesanato a partir do excedente de sua produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. Apesar da produtividade agr\u00edcola ser muito baixa devido aos m\u00e9todos rudimentares empregados, os feudos procuravam ser o mais auto-suficiente poss\u00edvel. Para isso, praticavam-se tamb\u00e9m muitas atividades artesanais voltadas para a fabrica\u00e7\u00e3o de tecidos, m\u00f3veis, utens\u00edlios dom\u00e9sticos, armas, instrumentos agr\u00edcolas, etc.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-17\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\">(3) <strong>M\u00e3o-de-obra servil<\/strong>: <em>o trabalho nos feudos era exercido pelos servos que, embora n\u00e3o fossem escravos, eram totalmente vinculados \u00e0 terra e dependentes dos seus senhores, aos quais deviam prestar servi\u00e7os e pagar tributos em troca da prote\u00e7\u00e3o que recebiam. O surgimento da figura do servo se deve, em grande parte, \u00e0s incurs\u00f5es dos vikings, mu\u00e7ulmanos e magiares. Como os camponeses se tornavam presas f\u00e1ceis durante esses ataques, come\u00e7aram a procurar a prote\u00e7\u00e3o de seus vizinhos mais fortes, possuidores de armas e que habitavam castelos fortificados onde poderiam se abrigar. Aos poucos, esses lavradores foram abrindo m\u00e3o de sua independ\u00eancia em prol da maior seguran\u00e7a que obtinham junto aos nobres poderosos o que, com o tempo, acabou por lig\u00e1-los definitivamente ao feudo onde viviam.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-18\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>A sociedade feudal era bastante hierarquizada e com pouca mobilidade, constitu\u00edda de tr\u00eas camadas: o clero, a nobreza (duques, marqueses, condes, viscondes, bar\u00f5es e cavaleiros) e os trabalhadores (servos e artes\u00e3os). Dizia-se, pois, que a sociedade era composta pelos que rezavam, os que guerreavam e os que trabalhavam. Os senhores feudais, detentores das terras, possu\u00edam total autoridade sobre os servos de sua jurisdi\u00e7\u00e3o os quais estavam vinculados ao solo onde habitavam. Caso o feudo mudasse de m\u00e3os, os servos tamb\u00e9m estariam inclu\u00eddos na transa\u00e7\u00e3o. De uma maneira geral, eles cultivavam um lote de terra do senhor feudal, em regime vital\u00edcio, em troca de uma s\u00e9rie de obriga\u00e7\u00f5es que eram obrigados a pagar, em dinheiro, produtos ou trabalho, tornando ainda mais miser\u00e1vel a vida dos servos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-19\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><strong>Cavaleiros<\/strong><em> eram guerreiros aristocratas que se punham a servi\u00e7o de reis ou senhores feudais atuando, principalmente, na prote\u00e7\u00e3o dos feudos. O clero tamb\u00e9m se beneficiava do esp\u00edrito de luta dos cavaleiros, instigando-os a serem bons crist\u00e3os e a colocarem sua coragem e valentia a servi\u00e7o da Igreja. O aspirante \u00e0 cavalaria tinha de ser um nobre capaz de arcar com a aquisi\u00e7\u00e3o dos caros apetrechos exigidos pelo of\u00edcio (armadura, capacete, espada, lan\u00e7a, esporas de ouro ou prata), al\u00e9m da montaria. Tinha de se submeter a uma \u00e1rdua disciplina e muitos anos de treinamento. Ao fim do seu per\u00edodo de aprendizagem era, finalmente, recebido na ordem da cavalaria atrav\u00e9s de uma cerim\u00f4nia cheia de rituais. A cavalaria (calcula-se que tenha havido mais de 200 ordens) tornou-se uma institui\u00e7\u00e3o intimamente associada ao feudalismo.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-20\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\">A <strong>vida dos servos<\/strong>: <em>al\u00e9m de trabalharem exaustivamente, os servos deviam in\u00fameras obriga\u00e7\u00f5es aos seus senhores. Moravam em choupanas, muitas vezes, com um \u00fanico c\u00f4modo que compartilhavam com os animais dom\u00e9sticos. O piso era a terra nua encharcada pela neve ou pela chuva. Sua cama era uma caixa de palha. A promiscuidade, a falta de higiene e a alimenta\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria (p\u00e3o preto, algumas verduras de sua horta, queijo e sopa, carne e peixes salgados) propiciavam a propaga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as. Na verdade, a \u00fanica esperan\u00e7a que vislumbravam era uma vida melhor ap\u00f3s a morte. N\u00e3o admira que, ao se aproximar o ano 1000, a maioria dos camponeses esperou, com alegria, a chegada do fim do mundo!<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-21\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><strong>As obriga\u00e7\u00f5es dos servos para com seus senhores<\/strong>: <em>entre as principais estavam os tributos anuais em dinheiro (capita\u00e7\u00e3o ou imposto per capita; um pequeno aluguel, denominado censo ou foro; uma percentagem sobre a produ\u00e7\u00e3o, chamada taille); as banalidades (import\u00e2ncia paga ao senhor pelo uso do moinho de trigo, do forno de p\u00e3o, do lagar para espremer as uvas, dos ton\u00e9is para fazer cerveja) e a corv\u00e9ia (trabalho for\u00e7ado que os servos eram obrigados a prestar no dom\u00ednio senhorial ou ent\u00e3o tarefas nas \u00e1reas comuns, tais como construir cercas, consertar estradas e pontes, drenar p\u00e2ntanos, abrir valas, erguer diques). Em alguns casos, esse servi\u00e7o compuls\u00f3rio podia chegar at\u00e9 a 3 dias por semana. Um c\u00e1lculo mostrou que, em algumas regi\u00f5es, dois ter\u00e7os da produ\u00e7\u00e3o do servo eram destinadas ao pagamento de obriga\u00e7\u00f5es feudais!<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-22\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><strong>Como era o feudo<\/strong>: <em>era uma unidade territorial que tinha no centro, normalmente, um castelo feito de pedra, muitas vezes erguido sobre uma eleva\u00e7\u00e3o do terreno e cercado por muralhas ou fossos. Estas constru\u00e7\u00f5es fortificadas n\u00e3o eram nem um pouco confort\u00e1veis. Seu objetivo principal era a seguran\u00e7a. Os c\u00f4modos eram escuros e \u00famidos com poucas janelas de tamanho reduzido, sendo as paredes totalmente nuas. No castelo, habitava o senhor feudal, sua fam\u00edlia e seus agregados. Em ocasi\u00f5es de guerra ou perigo, os habitantes do feudo tamb\u00e9m se abrigavam ali. As terras de um feudo eram, geralmente, divididas em 3 partes: uma reserva senhorial que ocupava de 30 a 40% da \u00e1rea total do feudo; os lotes dos servos que podiam variar de 40 a 50% do todo e uma \u00e1rea restante de terras comuns com pastos e bosques, onde senhores e camponeses podiam colocar seus animais para pastar, colher frutos ou extrair madeira. Nesta \u00e1rea tamb\u00e9m se praticava a ca\u00e7a, prerrogativa dos nobres.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-23\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><strong>Decl\u00ednio do feudalismo<\/strong>: <em>o sistema come\u00e7ou a enfraquecer a partir do final do s\u00e9culo XIII. Muitas s\u00e3o as causas da decad\u00eancia das institui\u00e7\u00f5es feudais, mas certamente o principal fator foi o restabelecimento do poder dos reis e o surgimento das verdadeiras monarquias nacionais. Na Fran\u00e7a, isto se deu ap\u00f3s a vit\u00f3ria na Guerra dos Cem Anos e, na Inglaterra, ap\u00f3s a Guerra das Duas Rosas que aniquilou a aristocracia feudal e abriu caminho para o absolutismo. Alguns resqu\u00edcios do feudalismo persistiram durante muito tempo: na Fran\u00e7a, at\u00e9 a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa; na Alemanha at\u00e9 meados do s\u00e9culo XIX e na R\u00fassia at\u00e9 a Revolu\u00e7\u00e3o de 1917.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-24\">\n\t<td class=\"column-1\">844<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Vikings iniciam os ataques \u00e0s costas de Portugal e Espanha.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-25\">\n\t<td class=\"column-1\">859<\/td><td class=\"column-2\">Marrocos<\/td><td class=\"column-3\">Funda\u00e7\u00e3o da <strong>Universidade de Karueein<\/strong> na cidade de <strong>Fez<\/strong>, considerada a mais antiga do mundo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-26\">\n\t<td class=\"column-1\">859<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Vikings transp\u00f5em o estreito de Gibraltar e atacam o sul da Fran\u00e7a (Proven\u00e7a) e a It\u00e1lia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-27\">\n\t<td class=\"column-1\">862<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Chefe <strong>Rurik<\/strong> funda a cidade de Novgorod, na R\u00fassia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-28\">\n\t<td class=\"column-1\">866<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Ap\u00f3s muitos anos de incurs\u00f5es voltadas, exclusivamente, para saques e pilhagens, vikings dinamarqueses (danos) mudam de estrat\u00e9gia e decidem, efetivamente, ocupar a Inglaterra.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-29\">\n\t<td class=\"column-1\">867 a 886<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Bas\u00edlio I<\/strong>, considerado um dos melhores imperadores bizantinos, tendo promovido in\u00fameras reformas no governo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-30\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Esse reinado inaugurou a <strong>dinastia maced\u00f4nica<\/strong> que se manteve no trono por quase 200 anos (867 a 1056) e, excluindo-se uma conturbada fase final (a partir de 1025),  marcou um dos per\u00edodos de maior pujan\u00e7a do Imp\u00e9rio Bizantino, tanto na pol\u00edtica externa quanto nos neg\u00f3cios internos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-31\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 870<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Isl\u00e2ndia \u00e9 descoberta e colonizada pelos vikings.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-32\">\n\t<td class=\"column-1\">871 a 899<\/td><td class=\"column-2\">Inglaterra<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Alfredo, o Grande<\/strong>:  defendeu bravamente o pa\u00eds contra os ataques dos vikings.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-33\">\n\t<td class=\"column-1\">877<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Carlos, o Calvo<\/strong> institui o princ\u00edpio da hereditariedade dos feudos  fortalecendo enormemente o sistema feudal.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-34\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Essa medida, estabelecida atrav\u00e9s de um decreto real (capitular Quirzy-sur-Oise), juntamente com a divis\u00e3o do Imp\u00e9rio Carol\u00edngio e a invas\u00e3o dos vikings (normandos), enfraqueceu o poder central e favoreceu o surgimento do feudalismo.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-35\">\n\t<td class=\"column-1\">885<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Vikings sitiam Paris.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-36\">\n\t<td class=\"column-1\">886<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking \/ Inglaterra<\/td><td class=\"column-3\">Tratado  firmado entre Alfredo, o Grande e  o chefe dinamarqu\u00eas <strong>Guthrum<\/strong> estabelece um territ\u00f3rio viking no nordeste da Inglaterra, o chamado <strong>Danelaw<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-37\">\n\t<td class=\"column-1\">886 a 912<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Le\u00e3o VI<\/strong>: possuidor de vasto conhecimento, era considerado s\u00e1bio e fil\u00f3sofo. Foi o maior legislador bizantino depois de Justiniano. Traduziu para o grego toda a obra (Corpus Juris Civilis) daquele imperador, a qual havia sido escrita em latim.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-38\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 900<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Groenl\u00e2ndia \u00e9 descoberta pelos vikings.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-39\">\n\t<td class=\"column-1\">909<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Funda\u00e7\u00e3o da abadia beneditina de Cluny<\/strong> na Borgonha pelo abade <strong>Bernon<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-40\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Essa abadia  exerceu enorme influ\u00eancia sobre a cristandade durante cerca de dois s\u00e9culos. No seu per\u00edodo \u00e1ureo,  Cluny chegou a ter em torno de 200 mosteiros subordinados a ela. Foi em Cluny que surgiu um importante movimento reformista da Igreja, visando entre outras coisas  afastar a interfer\u00eancia de reis e imperadores nos assuntos eclesi\u00e1sticos (Quest\u00e3o das Investiduras).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-41\">\n\t<td class=\"column-1\">911<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking \/ Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Para aplacar a  f\u00faria dos vikings, o rei <strong>Carlos, o Simples<\/strong> doa uma vasta extens\u00e3o de terra no norte da Fran\u00e7a como feudo ao chefe <strong>Rollon<\/strong>, dando origem, assim, ao <strong>Ducado da Normandia<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-42\">\n\t<td class=\"column-1\">911<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Carol\u00edngio<\/td><td class=\"column-3\">Morte de <strong>Lu\u00eds, o Menino<\/strong>, \u00faltimo rei da dinastia carol\u00edngia na chamada <strong>Fran\u00e7a Oriental<\/strong> (Germ\u00e2nia). \u00c9 criado, ent\u00e3o, o <strong>Reino da Germ\u00e2nia<\/strong> (embri\u00e3o do futuro Sacro Imp\u00e9rio Romano-Germ\u00e2nico), uma monarquia diferente, na qual o rei era escolhido por alguns nobres e  cl\u00e9rigos chamados de \"<em>eleitores<\/em>\".<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-43\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>No in\u00edcio, os eleitores  eram sete: tr\u00eas religiosos (arcebispo de Mainz, arcebispo de Trier e arcebispo de Col\u00f4nia) e quatro nobres (rei da Bo\u00eamia, duque da Sax\u00f4nia, duque do Palatinado e marqu\u00eas de Brandenburg). Mais tarde, foram admitidos outros eleitores, entre eles, o duque da Baviera.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-44\">\n\t<td class=\"column-1\">929<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica - Espanha<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Emirado de C\u00f3rdoba<\/strong> assume maior import\u00e2ncia ao ser transformado em <strong>califado<\/strong>,  passando a governar Espanha e Portugal isl\u00e2micos bem como parte do norte da \u00c1frica at\u00e9 o ano 1031.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-45\">\n\t<td class=\"column-1\">941<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Russos amea\u00e7am Constantinopla que \u00e9 salva, novamente, gra\u00e7as ao \"<em>fogo grego<\/em>\" <em>(produto qu\u00edmico altamente inflam\u00e1vel que se incendiava em contato com a \u00e1gua, destruindo todas as embarca\u00e7\u00f5es dentro do seu raio de a\u00e7\u00e3o).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-46\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 950<\/td><td class=\"column-2\">China<\/td><td class=\"column-3\">Inven\u00e7\u00e3o do papel-moeda.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-47\">\n\t<td class=\"column-1\">958 a 986<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking \/ Dinamarca<\/td><td class=\"column-3\">Reinado do viking <strong>Haroldo Dente-Azul<\/strong> (Harald Blatand):  por um breve per\u00edodo, consegue a jun\u00e7\u00e3o da Dinamarca com o reino da  Noruega. Convertido ao Cristianismo, incentiva sua dissemina\u00e7\u00e3o na Dinamarca.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-48\">\n\t<td class=\"column-1\">962<\/td><td class=\"column-2\">Sacro Imp\u00e9rio Romano-Germ\u00e2nico<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Oto I<\/strong>, rei da Germ\u00e2nia,  \u00e9 sagrado imperador pelo papa Jo\u00e3o XII. O papado busca com essa medida criar um estado poderoso capaz de proteger a Igreja, ou seja, um  leg\u00edtimo sucessor do Imp\u00e9rio Carol\u00edngio. Nasce, assim, o imp\u00e9rio que viria a ser chamado  de <strong>Sacro Imp\u00e9rio Romano-Germ\u00e2nico<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-49\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>O territ\u00f3rio do Sacro-Imp\u00e9rio Romano Germ\u00e2nico sofreu muitas modifica\u00e7\u00f5es ao longo do tempo mas, de uma maneira geral, englobava regi\u00f5es da Europa Central (Alemanha, \u00c1ustria, Su\u00ed\u00e7a, Bo\u00eamia, Mor\u00e1via, Hungria), Pa\u00edses Baixos (Holanda e B\u00e9lgica) e partes do norte da It\u00e1lia.  Apesar de sua fragilidade, esse imp\u00e9rio perdurou por quase 900 anos, sendo  extinto, em 1806, por press\u00e3o de Napole\u00e3o Bonaparte.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-50\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Cabe explicar que a concess\u00e3o do  t\u00edtulo de imperador era prerrogativa do papa. Assim, o rei escolhido pelos eleitores germ\u00e2nicos, somente, assumia o trono imperial ap\u00f3s o benepl\u00e1cito papal, o que podia levar alguns anos ou, at\u00e9 mesmo, nunca ocorrer, como aconteceu  nos momentos mais tensos da disputa entre o Imp\u00e9rio e o papado.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-51\">\n\t<td class=\"column-1\">969<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica \/ Egito<\/td><td class=\"column-3\">Os fat\u00edmidas  (assim chamados por se considerarem descendentes de <strong>F\u00e1tima, filha de Maom\u00e9<\/strong>), assumem o poder no Egito e criam um outro califado.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-52\">\n\t<td class=\"column-1\">976 a 1025<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de<strong> Bas\u00edlio II<\/strong>, o mais longo da hist\u00f3ria bizantina. Durante seu governo, o Imp\u00e9rio alcan\u00e7a sua maior extens\u00e3o: B\u00e1lc\u00e3s; \u00c1sia Menor; S\u00edria; Mesopot\u00e2mia; Arm\u00eania; regi\u00e3o do Adri\u00e1tico e It\u00e1lia meridional.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-53\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 982 a 986<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Comandados por <strong>Erik, o Vermelho<\/strong>, vikings iniciam a explora\u00e7\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o da Groenl\u00e2ndia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-54\">\n\t<td class=\"column-1\">987<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Morte de Lu\u00eds V, \u00faltimo rei da dinastia carol\u00edngia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-55\">\n\t<td class=\"column-1\">987 a 996<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Hugo Capeto<\/strong>, primeiro rei da dinastia dos Capetos (capet\u00edngia ou capetiana).  Entre os principais reis desta dinastia, destacaram-se: <strong>Filipe Augusto<\/strong>, <strong>Lu\u00eds IX<\/strong> (S\u00e3o Luis) e <strong>Filipe IV<\/strong> (Filipe, o Belo).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-56\">\n\t<td class=\"column-1\">997<\/td><td class=\"column-2\">\u00cdndia<\/td><td class=\"column-3\">Tem in\u00edcio uma s\u00e9rie de ataques mu\u00e7ulmanos, conduzidos pelo chefe turco Mahmud, ao norte e noroeste do pa\u00eds.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-57\">\n\t<td class=\"column-1\">988<\/td><td class=\"column-2\">R\u00fassia<\/td><td class=\"column-3\">Pr\u00edncipe <strong>Vladimir, o Grande<\/strong>, do Principado de Kiev se converte ao Cristianismo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-58\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>O Principado de Kiev ou R\u00fassia Kievana foi um estado eslavo, com capital em Kiev, que durou do s\u00e9culo IX ao s\u00e9culo XII. \u00c9 considerado o antecessor da R\u00fassia, Ucr\u00e2nia e Bielo-R\u00fassia atuais.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-59\">\n\t<td class=\"column-1\">1000<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Leif Ericson<\/strong>, filho de Erik, o Vermelho, parte da Groenl\u00e2ndia e chega \u00e0 Am\u00e9rica do Norte, nas costas do atual Canad\u00e1.  Na Ilha de Terra Nova (Newfoundland) , os vikings fundam a col\u00f4nia de <strong>Vinland <\/strong> de curta dura\u00e7\u00e3o, provavelmente, devido aos constantes conflitos com os nativos da regi\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-60\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Acredita-se que, al\u00e9m da Ilha de Terra Nova,  os vikings possam ter estado nas regi\u00f5es da Ilha de Baffin e Pen\u00ednsula do Labrador. \u00c9 interessante notar ter isto ocorrido cerca de 500 anos antes da viagem de Crist\u00f3v\u00e3o Colombo.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<!-- #tablepress-25 from cache -->\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5869,"parent":114,"menu_order":5,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"full-width.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-202","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/202","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=202"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/202\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14578,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/202\/revisions\/14578"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/114"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5869"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=202"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}