{"id":181,"date":"2014-08-04T21:42:31","date_gmt":"2014-08-04T21:42:31","guid":{"rendered":"http:\/\/clunymma.wordpress.com\/?page_id=181"},"modified":"2017-05-24T21:15:13","modified_gmt":"2017-05-24T21:15:13","slug":"cronologia-de-1000-a-501-a-c","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cluny.com.br\/?page_id=181","title":{"rendered":"Cronologia de 1000 a 501 a.C."},"content":{"rendered":"\n<table id=\"tablepress-19\" class=\"tablepress tablepress-id-19\">\n<thead>\n<tr class=\"row-1\">\n\t<th class=\"column-1\">Per\u00edodo (a.C.)<\/th><th class=\"column-2\">Tema<\/th><th class=\"column-3\">Evento<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody class=\"row-striping row-hover\">\n<tr class=\"row-2\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-3\">\n\t<td class=\"column-1\">c.1000<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Rei David<\/strong> toma a cidade de <strong>Jerusal\u00e9m<\/strong> dos jebuseus e a transforma em capital do reino de Israel.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-4\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 1000 a 300<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Etrusca  (ou Tirrena)<\/td><td class=\"column-3\">Os etruscos eram um povo que habitava o centro da It\u00e1lia (aproximadamente a regi\u00e3o da Toscana atual) e que constitu\u00edram uma civiliza\u00e7\u00e3o florescente muito tempo antes dos romanos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-5\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>At\u00e9 hoje, s\u00e3o muitas as quest\u00f5es n\u00e3o esclarecidas sobre as origens e cultura dos etruscos. Alguns cr\u00eaem que eram origin\u00e1rios da \u00c1sia Menor. A l\u00edngua etrusca, embora parcialmente decifrada, n\u00e3o tem parentesco com nenhuma outra l\u00edngua conhecida. Do n\u00facleo inicial, os etruscos expandiram bastante, chegando a controlar o com\u00e9rcio do mar Tirreno e dominando partes do  norte e sul da pen\u00ednsula It\u00e1lica e governando Roma por mais de cem anos (616 a 509 a.C.). O decl\u00ednio desta civiliza\u00e7\u00e3o  come\u00e7ou  quando sua frota foi destru\u00edda por Siracusa,  col\u00f4nia grega na Sicilia, em 474 a.C. Em 396 a.C., ap\u00f3s um cerco de dez anos, uma das principais cidades etruscas - Veii - \u00e9 tomada pelos romanos. A partir deste ponto, inicia-se um processo de absor\u00e7\u00e3o dos etruscos pelos romanos, embora muito da cultura etrusca tenha sido adotada pelos vitoriosos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-6\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os tr\u00eas \u00faltimos reis de Roma - <strong>Tarqu\u00ednio, o Antigo<\/strong>; <strong>S\u00e9rvio T\u00falio<\/strong> e <strong>Tarquinio, o Soberbo<\/strong> -  eram etruscos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-7\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 971 a 931<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Salom\u00e3o<\/strong>, filho de David, marca o apogeu da monarquia hebraica. Seu maior feito foi a constru\u00e7\u00e3o de um suntuoso templo em Jerusal\u00e9m, onde as <strong>T\u00e1buas da Lei<\/strong> ficavam guardadas em uma urna especial, denominada <strong>Arca da Alian\u00e7a<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-8\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Salom\u00e3o foi descrito pelos judeus como o mais s\u00e1bio e justo governante de todos os tempos. Contudo o fausto de seu reinado e suas extravag\u00e2ncias (possu\u00eda um har\u00e9m com cerca de 700 esposas e 300 concubinas) exigiam grandes importa\u00e7\u00f5es de produtos car\u00edssimos, acarretando constantes aumentos dos impostos que  empobreciam o povo e provocavam profundo descontentamento entre seus s\u00faditos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-9\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em><strong>Visita da Rainha de Sab\u00e1<\/strong>: um dos relatos mais conhecidos do reinado de Salom\u00e3o \u00e9 a visita que a rainha de Sab\u00e1 teria feito a Israel e o romance ocorrido entre os dois monarcas. (obs.: Sab\u00e1 foi um reino riqu\u00edssimo de localiza\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o precisa: alguns cr\u00eaem que se situava no sul da Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica, atual I\u00eamen; outros indicam a regi\u00e3o do \"Chifre da \u00c1frica\", onde ficam a Eti\u00f3pia e a Som\u00e1lia). Conta a lenda que teria sido  uma mulher de uma beleza incompar\u00e1vel. Na Eti\u00f3pia, existe a cren\u00e7a de que a fam\u00edlia real et\u00edope seria descendente direta de um prov\u00e1vel filho da rainha de Sab\u00e1 com Salom\u00e3o.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-10\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 943 a 922<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito \/ Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\">Reinado do fara\u00f3 <strong>Shoshenq  I <\/strong>(Sheshonk I) da XXII dinastia. Em 925 a.C., promoveu uma campanha militar contra a Palestina,  tomando Jerusal\u00e9m e saqueando o Templo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-11\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Todos os governantes das dinastias XXII (onze fara\u00f3s) e  XXIII (oito fara\u00f3s) tinham origem l\u00edbia (dinastias l\u00edbias).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-12\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 926<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Cisma de Israel<\/strong>: divis\u00e3o do reino de Israel ap\u00f3s a morte de Salom\u00e3o. As dez tribos do norte, sob o comando de Jerobo\u00e3o,  constituem o <strong>Reino de Israel<\/strong>, capital <strong>Samaria<\/strong>. As duas tribos do sul (Jud\u00e1 e Benjamim) constituem o <strong>Reino de Jud\u00e1<\/strong>, capital <strong>Jerusal\u00e9m<\/strong>, tendo Robo\u00e3o, leg\u00edtimo sucessor de Salom\u00e3o, como rei.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-13\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 912<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\">O rei <strong>Adad-nirari II<\/strong> assume o trono dos ass\u00edrios e inaugura uma dinastia  que se preocupa com o fortalecimento do reino, preparando as bases para o estabelecimento de um poderoso Imp\u00e9rio Ass\u00edrio, que viria a se concretizar cerca de 200 anos mais tarde.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-14\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os <strong>ass\u00edrios<\/strong> eram um povo semita estabelecido, originalmente, no norte da Mesopot\u00e2mia, na regi\u00e3o do alto <strong>Rio Tigre<\/strong>. Nesta \u00e9poca, sua principal cidade era <strong>Assur<\/strong> e eles alternavam per\u00edodos de independ\u00eancia  com outros em que eram rebaixados a um mero estado-vassalo.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-15\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 800 a 701 (s\u00e9c. VIII)<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\">Prov\u00e1vel per\u00edodo da vida de <strong>Homero<\/strong>, poeta \u00e9pico grego, autor de \"<strong>Il\u00edada<\/strong>\" e \"<strong>Odisseia<\/strong>\".<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-16\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>V\u00e1rias controv\u00e9rsias existem a respeito de <strong>Homero<\/strong>. Enquanto alguns estudiosos cr\u00eaem que Homero n\u00e3o teria escrito as duas obras, outros acham que Homero nem teria existido, sendo apenas um nome lend\u00e1rio ou apenas a pessoa respons\u00e1vel pela compila\u00e7\u00e3o de lendas j\u00e1 existentes.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-17\">\n\t<td class=\"column-1\">814<\/td><td class=\"column-2\">Fen\u00edcia<\/td><td class=\"column-3\">Funda\u00e7\u00e3o da cidade de <strong>Cartago<\/strong>, no norte da \u00c1frica (regi\u00e3o da atual Tun\u00edsia), por fen\u00edcios provenientes da cidade de <strong>Tiro<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-18\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 800<\/td><td class=\"column-2\">G\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\">Tribo celta dos gauleses se estabelece na <strong>G\u00e1lia<\/strong>,  territ\u00f3rio atual da Fran\u00e7a.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-19\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Entre os s\u00e9culos V a I a.C., os celtas exerceram forte dom\u00ednio no cen\u00e1rio europeu, mas a partir de ent\u00e3o iniciou-se um processo gradual de enfraquecimento devido, tanto ao avan\u00e7o dos romanos, como \u00e0s  investidas dos povos germ\u00e2nicos. Nas ilhas Brit\u00e2nicas, contudo,  os celtas  mantiveram sua autonomia ainda  por muitos s\u00e9culos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-20\">\n\t<td class=\"column-1\">776<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\">Primeiros <strong>Jogos Olimp\u00edcos da Antiguidade<\/strong>: este evento, realizado a cada quatro anos na cidade de <strong>Olimpia<\/strong>, tornou-se t\u00e3o importante que a data de sua primeira edi\u00e7\u00e3o foi tomada como <strong>marco inicial do calend\u00e1rio grego<\/strong>.  Estes jogos duraram at\u00e9 393 a.D., quando foram abolidos pelo imperador romano crist\u00e3o <strong>Teod\u00f3sio I<\/strong> por consider\u00e1-los uma manifesta\u00e7\u00e3o do paganismo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-21\">\n\t<td class=\"column-1\">776 a 490<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Per\u00edodo Arcaico<\/strong>: se estende da data dos primeiros Jogos Ol\u00edmpicos (776 a.C.) at\u00e9 o in\u00edcio das guerras Greco-P\u00e9rsicas (490 a.C.). Nesse per\u00edodo a Gr\u00e9cia passou a ser dividida em cidades politicamente independentes, as <strong>cidades-estado<\/strong> (<em>polis<\/em>), sendo as principais <strong>Atenas <\/strong>(centro da cultura grega), <strong>Esparta<\/strong> (cidade mais militarizada), <strong>Corinto<\/strong> e <strong>Tebas<\/strong>. Tem in\u00edcio tamb\u00e9m o expansionismo grego com a funda\u00e7\u00e3o de col\u00f4nias em v\u00e1rias regi\u00f5es: a leste (\u00c1sia Menor at\u00e9 a costa do mar Negro) e a oeste (Alb\u00e2nia, sul da It\u00e1lia; Sic\u00edlia; C\u00f3rsega; Fran\u00e7a; Espanha).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-22\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Apesar da autonomia das cidades, existiam algumas caracter\u00edsticas  que eram compartilhadas por toda a  civiliza\u00e7\u00e3o grega: o alfabeto fon\u00e9tico derivado do alfabeto fen\u00edcio; os versos de Homero (um senso de passado mic\u00eanico comum); os Jogos Ol\u00edmpicos que reuniam todas as cidades e a exist\u00eancia de santu\u00e1rios religiosos comuns, como o <strong>Or\u00e1culo de Delfos<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-23\">\n\t<td class=\"column-1\">753<\/td><td class=\"column-2\">Roma Antiga<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Funda\u00e7\u00e3o da cidade de Roma<\/strong>, segundo a tradi\u00e7\u00e3o. Diz a lenda que dois irm\u00e3os g\u00eameos, <strong>R\u00f4mulo<\/strong> e <strong>Remo<\/strong>, que haviam sido amamentados por uma loba, foram os fundadores da cidade. Teria havido, ent\u00e3o, uma disc\u00f3rdia entre eles para se decidir quem seria rei, quando, ent\u00e3o, R\u00f4mulo teria matado Remo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-24\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Em torno dos s\u00e9culos X a VIII a.C., a <strong>Pen\u00ednsula It\u00e1lica<\/strong> era habitada por v\u00e1rios povos: alguns pertencendo ao mesmo grupo \u00e9tnico, como os <strong>latinos<\/strong>, <strong>oscos<\/strong>, <strong>\u00fambrios<\/strong> e <strong>sabinos<\/strong>; outros, como os <strong>etruscos<\/strong>, que se situavam mais ao norte, pertenciam a outra etnia. H\u00e1 de se considerar tamb\u00e9m os gregos que possu\u00edam v\u00e1rias col\u00f4nias  no sul da pen\u00ednsula. Quanto \u00e0 real hist\u00f3ria da funda\u00e7\u00e3o de Roma, existem v\u00e1rias teorias a respeito. Alguns autores acreditam que ela tenha sido fundada pelos etruscos. Outros estudiosos defendem a tese de que ela tenha se originado de um forte erigido pelos pr\u00f3prios latinos \u00e0s margens do rio Tibre.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-25\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Lenda ou n\u00e3o, teria tido in\u00edcio nesta \u00e9poca a hist\u00f3ria do pequeno vilarejo da regi\u00e3o do <strong>L\u00e1cio<\/strong> na pen\u00ednsula It\u00e1lica que, em alguns s\u00e9culos, passaria a centro de um dos maiores e mais poderosos imp\u00e9rios do mundo, cujo dom\u00ednio abrangeria toda a regi\u00e3o do Mediterr\u00e2neo e \u00e1reas adjacentes na Europa, \u00c1frica e \u00c1sia. Durante os cerca de 1200 anos de sua hist\u00f3ria antiga, Roma passou por tr\u00eas regimes pol\u00edticos: <strong>monarquia<\/strong>, <strong>rep\u00fablica<\/strong> e <strong>imp\u00e9rio<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-26\">\n\t<td class=\"column-1\">753 a 509<\/td><td class=\"column-2\">Roma Antiga<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Monarquia Romana<\/strong>: sete reis  teriam governado Roma durante o per\u00edodo mon\u00e1rquico: R\u00f4mulo; Numa Pompilio; T\u00falio Hostilio; Anco M\u00e1rcio; Tarquinio, o Antigo; S\u00e9rvio T\u00falio; Tarquinio, o Soberbo. Muitos estudiosos cr\u00eaem que os reis, principalmente os quatro primeiros, seriam mais legend\u00e1rios do que hist\u00f3ricos. Para estes autores, os tr\u00eas \u00faltimos reis, de origem etrusca, seriam de exist\u00eancia menos incerta. <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-27\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Entre os principais feitos que a tradi\u00e7\u00e3o atribui a cada um desses reis est\u00e3o: <strong>Numa Pompilio<\/strong>: rei sabino que teria organizado o culto religioso; <strong>T\u00falio Hostilio<\/strong>: teria destru\u00eddo a cidade rival de Alba Longa; <strong>Anco M\u00e1rcio<\/strong>: teria fundado o porto de \u00d3stia; <strong>Tarquinio, o Antigo<\/strong>:  primeiro rei etrusco a reinar em Roma deu in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do Capit\u00f3lio (Templo de J\u00fapiter), da Cloaca M\u00e1xima (sistema de esgotos) e do Circus Maximus (arena); <strong>S\u00e9rvio T\u00falio<\/strong>: procedeu a uma grande reforma social dividindo a popula\u00e7\u00e3o de acordo com o domic\u00edlio e em categorias sociais conforme a riqueza de cada um; <strong>Tarquinio, o Soberbo<\/strong>: terminou  as obras do Capit\u00f3lio e da Cloaca M\u00e1xima, sendo deposto por aristocratas que implantaram a Rep\u00fablica.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-28\">\n\t<td class=\"column-1\">745 a 727<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Tiglatfalasar III <\/strong>(Tiglath-Pileser III),  general que se apoderou do governo, sendo a ele atribu\u00eddo a funda\u00e7\u00e3o do <strong>Imp\u00e9rio Ass\u00edrio<\/strong>. Com a tomada da Babil\u00f4nia em  729 a.C. os ass\u00edrios passaram a controlar  toda a Mesopot\u00e2mia. Tiglatfalasar III \u00e9 considerado um dos principais l\u00edderes militares da hist\u00f3ria.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-29\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os reinados seguintes (Salmanasar V, Sarg\u00e3o II, Senaquerib, Esarhadon e Assurbanipal) marcaram o apogeu dos ass\u00edrios. Seu imp\u00e9rio, al\u00e9m de toda a Mesopot\u00e2mia, se estendia pela Siria, Palestina, Fen\u00edcia e \u00c1sia Menor at\u00e9 a Arm\u00eania.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-30\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 730 a 710<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\">\u00c9poca prov\u00e1vel da funda\u00e7\u00e3o de <strong>Esparta<\/strong>, uma das mais importantes cidades-estado gregas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-31\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em><strong>Esparta<\/strong>, localizada na pen\u00ednsula do <strong>Peloponeso<\/strong>, viria a se tornar na cidade mais militarizada da Gr\u00e9cia. Seus cidad\u00e3os estavam continuamente mobilizados para a guerra. Era aristocr\u00e1tica e conservadora. Todas as suas leis eram atribu\u00eddas a <strong>Licurgo<\/strong>, um legislador lend\u00e1rio, que teria vivido no s\u00e9culo VIII a.C.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-32\">\n\t<td class=\"column-1\">727 a 722<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia \/ Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Salmanasar V<\/strong>, rei ass\u00edrio, inicia a conquista do reino de Israel.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-33\">\n\t<td class=\"column-1\">722<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia \/ Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Queda do Reino de Israel<\/strong>: <strong>Sarg\u00e3o II<\/strong>, rei ass\u00edrio, termina a conquista de Israel, destruindo sua capital Samaria. A popula\u00e7\u00e3o se espalha pelo vasto territ\u00f3rio ass\u00edrio e se mistura a outros povos, dando origem \u00e0s chamadas  \"<em><strong>dez tribos perdidas de Israel<\/strong><\/em><strong>\".  <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-34\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Durante s\u00e9culos, houve muita especula\u00e7\u00e3o sobre o destino dessas dez  tribos perdidas (<strong>Rubem, Sime\u00e3o,  D\u00e3, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, Manass\u00e9s<\/strong> e <strong>Efraim<\/strong>), que nunca mais foram mencionadas na B\u00edblia nem em outros relatos. Mas, o mais prov\u00e1vel, \u00e9  que com a conquista ass\u00edria do reino de Israel, os hebreus remanescentes tenham se misturado com outras popula\u00e7\u00f5es, perdido v\u00ednculos com suas tribos e abandonado suas tradi\u00e7\u00f5es.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-35\">\n\t<td class=\"column-1\">705 a 681<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Senaquerib<\/strong>, rei ass\u00edrio, transfere a capital do Imp\u00e9rio Ass\u00edrio de Assur para <strong>N\u00ednive<\/strong>. <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-36\">\n\t<td class=\"column-1\">701<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia \/ Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\">Os ass\u00edrios, comandados por Senaquerib, sitiam Jerusal\u00e9m que resiste bravamente sob inspira\u00e7\u00e3o do profeta Isaias. Por algum motivo desconhecido (peste  ou mesmo um acordo envolvendo pagamento de altos tributos),  os ass\u00edrios batem em retirada.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-37\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 700<\/td><td class=\"column-2\">P\u00e9rsia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Medos<\/strong> e <strong>persas<\/strong>, tribos indo-europ\u00e9ias,  invadem o planalto iraniano, dominam os elamitas e inauguram a <strong>dinastia aquem\u00eanida<\/strong>, cujos reis se mant\u00e9m no poder at\u00e9 330 a.C., quando Alexandre, o Grande conquista o Imp\u00e9rio Persa.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-38\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Durante o per\u00edodo aquem\u00eanida, a religi\u00e3o ofical do Imp\u00e9rio Persa era o <strong>Zoroastrismo<\/strong>, uma religi\u00e3o monote\u00edsta fundada pelo profeta <strong>Zaratustra<\/strong> (ou <strong>Zoroastro<\/strong> como era chamado pelos gregos).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-39\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 700 a 400<\/td><td class=\"column-2\">\u00cdndia<\/td><td class=\"column-3\">Per\u00edodo em que teriam surgidos os \"<strong>Upanishads<\/strong>\", coment\u00e1rios escritos em s\u00e2nscrito sobre os <strong>Vedas<\/strong> (antigos textos sagrados do Hindu\u00edsmo). <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-40\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 671 a 664<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito \/ Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Invas\u00f5es ass\u00edrias ao Egito<\/strong>: Esarhaddon (Assaradon), rei da Ass\u00edria, ataca o Egito em 671 a.C., capturando e saqueando a cidade de M\u00eanfis. O fara\u00f3 Taharka  foge para o sul e os ass\u00edrios colocam no trono eg\u00edpcio  Necau I.  Por duas vezes os eg\u00edpcios conseguem reconquistar suas posi\u00e7\u00f5es, obrigando os ass\u00edrios a novas expedi\u00e7\u00f5es militares contra o  Egito, em 667 e 664 a.C, ambas sob o comando de Assurbanipal, sucessor de Esarhaddon.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-41\">\n\t<td class=\"column-1\">669 a 627<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito \/ Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Assurbanipal<\/strong>, \u00faltimo grande rei ass\u00edrio. Ficou famoso como um dos pouqu\u00edssimos reis da antiguidade que sabia ler e escrever. Criou uma grande biblioteca em N\u00ednive com milhares de textos cuneiformes. Seu ex\u00e9rcito invadiu duas vezes o Egito (667 e 664 a.C.).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-42\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Depois da morte de Assurbanipal (627 a.C.), o Imp\u00e9rio Ass\u00edrio come\u00e7a a se desintegrar sendo invadido por v\u00e1rios povos, principalmente os medos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-43\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 664 a 332<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Per\u00edodo Tardio<\/strong>: esta  foi a \u00faltima fase verdadeiramente eg\u00edpcia do pa\u00eds. Com a chegada de Alexandre, o Grande e, em seguida, com a dinastia Ptolomaica, a cultura  eg\u00edpcia foi substitu\u00edda pela grega.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-44\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 664 a 610<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito<\/td><td class=\"column-3\">Reinado do fara\u00f3 <strong>Psam\u00e9tico I<\/strong> da XXVI dinastia. Conseguiu libertar os egipcios do jugo ass\u00edrio e fixou a capital em <strong>Sa\u00eds<\/strong>, no delta do Nilo. Seu longo reinado  marcou o in\u00edcio de um per\u00edodo de  recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e cultural, denominado <strong>Renascimento Sa\u00edta<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-45\">\n\t<td class=\"column-1\">621<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Dr\u00e1con<\/strong>, legislador  encarregado de elaborar um c\u00f3digo de leis escritas para Atenas, prop\u00f5em uma legisla\u00e7\u00e3o  extremamente severa prevendo pena de morte ou ex\u00edlio para a maioria dos crimes. Da\u00ed surge o adjetivo \"<strong>draconiano<\/strong>\" significando algo excessivamente severo ou rigoroso.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-46\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os legisladores surgiram quando a aristocracia ateniense, que exercia o poder sem contesta\u00e7\u00e3o, se viu amea\u00e7ada pela classe dos comerciantes ricos e pela popula\u00e7\u00e3o mais pobre e marginalizada.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-47\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 620 a 560<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\">Vida de <strong>Esopo<\/strong>, autor grego das famosas \"<strong>F\u00e1bulas<\/strong>\". <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-48\">\n\t<td class=\"column-1\">612<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>N\u00ednive<\/strong> \u00e9 tomada por Nabupolassar \u00e0 frente de um ex\u00e9rcito formado por caldeus e medos. A queda de sua capital marca o <strong>fim do Imp\u00e9rio Ass\u00edrio <strong>e o <strong>in\u00edcio do Segundo Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-49\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os caldeus eram um povo semita que habitava os estu\u00e1rios dos rios <strong>Tigre<\/strong> e <strong>Eufrates<\/strong>, no sul da Mesopot\u00e2mia.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-50\">\n\t<td class=\"column-1\">612 a 539<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Segundo Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico<\/strong>:  criado pelo l\u00edder caldeu <strong>Nabupolassar<\/strong>, ap\u00f3s sua vit\u00f3ria sobre os ass\u00edrios.  Esse per\u00edodo, tamb\u00e9m conhecido como  <strong>neo-babil\u00f4nico<\/strong> ou <strong>dinastia caldaica<\/strong>, marca a ascens\u00e3o da <strong>Babil\u00f4nia<\/strong> como a maior pot\u00eancia da regi\u00e3o e dura at\u00e9 539 a.C, quando os <strong>persas<\/strong> assumem o poder em toda a Mesopot\u00e2mia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-51\">\n\t<td class=\"column-1\">610 a 595<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Necau II<\/strong> da XXVI dinastia: seu maior feito  foi  organizar a <strong>primeira viagem de circunavega\u00e7\u00e3o da \u00c1frica<\/strong>. Segundo o historiador grego <strong>Her\u00f3doto<\/strong>, Necau II contratou marinheiros fen\u00edcios que, em tr\u00eas anos, deram a volta no continente africano, navegando do Mar Vermelho at\u00e9 \u00e0 foz do Rio Nilo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-52\">\n\t<td class=\"column-1\">609<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito \/ Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Josias<\/strong>, rei de Jud\u00e1, \u00e9 morto pelo ex\u00e9rcito do fara\u00f3 eg\u00edpcio Necau II.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-53\">\n\t<td class=\"column-1\">605 a 562<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Reinado de Nabucodonosor II<\/strong>,  famoso devido aos relatos b\u00edblicos sobre a tomada de Jerusal\u00e9m.  Entre as grandes obras de seu reinado, citam-se os <strong>Jardins Suspensos da Babil\u00f4nia<\/strong>, uma das <a href=\"http:\/\/www.cluny.com.br\/?page_id=9776\">Sete Maravilhas do Mundo Antigo <\/a>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-54\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>At\u00e9 hoje, ainda n\u00e3o foram encontradas comprova\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas da real exist\u00eancia desses famosos jardins<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-55\">\n\t<td class=\"column-1\">594<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\"><strong>S\u00f3lon<\/strong> elabora uma nova legisla\u00e7\u00e3o limitando os excessos do c\u00f3digo de Dr\u00e1con e estabelecendo justi\u00e7a baseada na igualdade de todos perante a lei. Sua legisla\u00e7\u00e3o acabou desagradando aos aristocratas e at\u00e9 ao povo que desejava uma reforma agr\u00e1ria. Foi considerado um dos <em>\"Sete S\u00e1bios da Gr\u00e9cia Antiga\".<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-56\">\n\t<td class=\"column-1\">587<\/td><td class=\"column-2\">Mesopot\u00e2mia \/ Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Queda de Jerusal\u00e9m<\/strong>: ap\u00f3s um cerco de 18 meses, as tropas do rei babil\u00f4nico Nabucodonosor II  transp\u00f5em os muros de Jerusal\u00e9m e destroem o famoso Templo de Salom\u00e3o, marcando o fim do reino de Jud\u00e1.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-57\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os judeus sobreviventes foram levados cativos para a Babil\u00f4nia ou se espalharam pelo mundo, na primeira grande <strong>di\u00e1spora<\/strong> do povo hebreu.  Esse per\u00edodo ficou conhecido como \"<strong>Cativeiro da Babil\u00f4nia<\/strong>\".<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-58\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 570 a 496<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\">Vida de <strong>Pit\u00e1goras<\/strong>, matem\u00e1tico e fil\u00f3sofo grego,  famoso por haver enunciado o chamado <em>\"<strong>Teorema de Pit\u00e1goras<\/strong>:  em um tri\u00e2ngulo ret\u00e2ngulo, o quadrado da hipotenusa \u00e9 igual \u00e0 soma dos quadrados dos catetos\"<\/em> .<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-59\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 563 a 483<\/td><td class=\"column-2\">\u00cdndia<\/td><td class=\"column-3\">Per\u00edodo em que viveu o pr\u00edncipe indiano <strong>Sidarta Gautama<\/strong>, fundador do <strong>Budismo<\/strong>. Ap\u00f3s uma experi\u00eancia transcendental (<em>a Ilumina\u00e7\u00e3o<\/em>) na sua longa busca pelo sentido da vida, transformou-se no <strong>Buda <\/strong>(o Iluminado).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-60\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, Buda teria se sentado sob uma figueira da esp\u00e9cie \"Ficus religiosa\" (<strong>\u00e1rvore Bodhi<\/strong>) e meditado durante sete anos at\u00e9 sua mente atingir o est\u00e1gio da <strong>Ilumina\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-61\">\n\t<td class=\"column-1\">559 a 530<\/td><td class=\"column-2\">P\u00e9rsia<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Ciro II<\/strong>, o Grande da dinastia aquem\u00eanida. Uniu medos e persas formando o Imp\u00e9rio Persa.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-62\">\n\t<td class=\"column-1\">551 a 479<\/td><td class=\"column-2\">China<\/td><td class=\"column-3\">Vida de <strong>Conf\u00facio<\/strong>, fil\u00f3sofo chin\u00eas que fundou o <strong>Confucionismo<\/strong>, doutrina  amplamente difundida na China e em outros pa\u00edses asi\u00e1ticos e que abrange religi\u00e3o, filosofia, pol\u00edtica e \u00e9tica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-63\">\n\t<td class=\"column-1\">547<\/td><td class=\"column-2\">P\u00e9rsia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Ciro II<\/strong>, rei da P\u00e9rsia, derrota <strong>Creso<\/strong>, rei da <strong>L\u00eddia<\/strong> e d\u00e1 in\u00edcio ao expansionismo do Imp\u00e9rio Persa que se volta para a Mesopot\u00e2mia (Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico) e, logo depois, para as col\u00f4nias gregas da \u00c1sia Menor.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-64\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>A L\u00eddia era um reino muito pr\u00f3spero localizado na \u00c1sia Menor (atual Turquia), cuja capital era a cidade de Sardes. Seu \u00faltimo rei, <strong>Creso<\/strong>, ficou famoso na Antiguidade  pela sua riqueza. At\u00e9 hoje, em algumas l\u00ednguas ocidentais, se usa a express\u00e3o \"<strong>rico como Creso<\/strong>\". Foi ele quem deu in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do templo mais grandioso da Antiguidade, o <strong>Templo de \u00c1rtemis<\/strong> localizado na cidade de <strong>\u00c9feso<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-65\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Esse templo era uma das <a href=\"http:\/\/www.cluny.com.br\/?page_id=9776\"> Sete Maravilhas do Mundo Antigo<\/a>. Estima-se que a obra tenha levado 120 anos para ser conclu\u00edda. Foi destru\u00eddo duas vezes: a primeira, em 21 de julho de 356 a.C., por um inc\u00eandio criminoso, coincidentemente, na mesma noite em que Alexandre, o Grande nascia. Reconstru\u00eddo a partir de 323 a.C., foi novamente destru\u00eddo em 262 d.C. pelos ostrogodos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-66\">\n\t<td class=\"column-1\">546 a 527<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\">Governo de <strong>Pis\u00edstrato<\/strong>: considerado um tirano por ter assumido o governo \u00e0 for\u00e7a, acabou sendo muito bem aceito pelo povo, devido \u00e0s medidas populares que tomou. Foi sucedido pelos seus filhos Hipias e depois Hiparco.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-67\">\n\t<td class=\"column-1\">539<\/td><td class=\"column-2\">P\u00e9rsia \/ Mesopot\u00e2mia \/ Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\">Ciro II derrota <strong>Nabonidus<\/strong>, \u00faltimo rei do Segundo Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico e assume o poder em toda a Mesopot\u00e2mia. Os judeus que estavam cativos na Babil\u00f4nia s\u00e3o autorizados  a regressar \u00e0 Palestina, pondo fim ao  \"<strong>Cativeiro da Babil\u00f4nia<\/strong>\". <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-68\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em><strong>Jud\u00e1<\/strong> torna-se um estado vassalo do Imp\u00e9rio Persa e seus habitantes passam a ser denominados <strong>judeus<\/strong>. Nessa condi\u00e7\u00e3o permanecem por cerca de duzentos anos at\u00e9 a conquista dos persas por  <strong>Alexandre, o Grande<\/strong><\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-69\">\n\t<td class=\"column-1\">525<\/td><td class=\"column-2\">P\u00e9rsia \/ Antigo Egito<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Batalha de Pelusa<\/strong>: <strong>Cambises II<\/strong>, imperador persa, filho de Ciro II, derrota o fara\u00f3 <strong>Psam\u00e9tico III <\/strong>da XXVI dinastia e conquista o Egito.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-70\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Psam\u00e9tico III foi levado acorrentado para <strong>Susa<\/strong> (na \u00e9poca, capital do Imp\u00e9rio Persa) e executado.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-71\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 525 a 456<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\">Vida de <strong>\u00c9squilo<\/strong>, primeiro dos poetas tr\u00e1gicos da Gr\u00e9cia. Suas obras principais s\u00e3o: \"<em>Os Persas<\/em>\"; \"<em>Os Sete contra Tebas<\/em>\"; \"<em>Prometeu Acorrentado<\/em>\" e \"<em>Or\u00e9stia<\/em>\".<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-72\">\n\t<td class=\"column-1\">525 a 404<\/td><td class=\"column-2\">Antigo Egito<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Primeiro Per\u00edodo de Dom\u00ednio Persa<\/strong>: ap\u00f3s a derrota de Psam\u00e9tico III, o Egito ficou sob o dom\u00ednio persa at\u00e9 404 a.C. Neste per\u00edodo, denominado XXVII dinastia, os reis persas eram considerados fara\u00f3s do Egito. Foram eles: <strong>Cambises II<\/strong>, <strong>Dario I<\/strong>, <strong>Xerxes I<\/strong>, <strong>Artaxerxes I<\/strong>, <strong>Dario II<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-73\">\n\t<td class=\"column-1\">521 a 486<\/td><td class=\"column-2\">P\u00e9rsia<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Dario I, o Grande<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-74\">\n\t<td class=\"column-1\">515<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Hebraica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Conclus\u00e3o do Segundo Templo<\/strong>, cuja reconstru\u00e7\u00e3o fora iniciada por <strong>Zorobabel<\/strong> (governador da Jud\u00e9ia, nomeado pelo rei persa). Era um templo bem modesto que nem de longe lembrava o magn\u00edfico <strong>Templo de Salom\u00e3o<\/strong>, constituindo-se mesmo em uma grande  decep\u00e7\u00e3o para muitos judeus, principalmente porque a <strong>Arca da Alian\u00e7a<\/strong>  n\u00e3o mais existia: havia sido perdida para sempre quando da destrui\u00e7\u00e3o de Jerusal\u00e9m pelos babil\u00f4nios.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-75\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Existem diverg\u00eancias entre os historiadores sobre a denomina\u00e7\u00e3o <strong>Segundo Templo<\/strong>. Enquanto alguns consideram como Segundo Templo este de <strong>Zorobabel<\/strong>, sendo aquele mandado erigir por  <strong>Herodes,<\/strong> no s\u00e9culo I a.C., como o <strong>Terceiro Templo<\/strong>, outros estudiosos ignoram o templo de Zorobabel e denominam o templo de Herodes como Segundo Templo.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-76\">\n\t<td class=\"column-1\">509<\/td><td class=\"column-2\">Roma Antiga<\/td><td class=\"column-3\">Roma torna-se uma rep\u00fablica, regime que duraria at\u00e9 o ano de 27 a.C, quando foi criado o Imp\u00e9rio.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-77\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>N\u00e3o se sabe ao certo, o motivo que teria levado a aristocracia romana (nobres propriet\u00e1rios de terras, denominados patr\u00edcios) a derrubar o regime mon\u00e1rquico e implantar uma rep\u00fablica. Alguns autores julgam que a mudan\u00e7a de regime teria ocorrido devido \u00e0 amea\u00e7a sentida pelos nobres quando o etrusco Tarqu\u00ednio, o Soberbo, \u00faltimo rei,  procurou se aproximar da plebe, a mais baixa camada social em Roma constitu\u00edda por  comerciantes, artes\u00e3os, pequenos propriet\u00e1rios de terras e estrangeiros.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-78\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Na <strong>Rep\u00fablica Romana<\/strong>, o poder era exercido pelos <strong>magistrados<\/strong> (autoridades do poder p\u00fablico), sendo o n\u00edvel mais alto o de <strong>c\u00f4nsul<\/strong>. Outros magistrados eram os <strong>pretores<\/strong>, os <strong>censores<\/strong>, os <strong>edis<\/strong> e os <strong>questores<\/strong>. Os  cargos  eram sempre ocupados por, no m\u00ednimo, duas pessoas,  sendo  eleitos, anualmente, pela <strong>Assembl\u00e9ia das Cent\u00farias<\/strong> (Assembl\u00e9ia Centuriata). Em per\u00edodos de crise, os c\u00f4nsules  podiam indicar um <strong>ditador<\/strong> que governava de forma absoluta durante seis meses.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-79\">\n\t<td class=\"column-1\">508 a 502<\/td><td class=\"column-2\">Gr\u00e9cia Antiga<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Cl\u00edstenes<\/strong>: pol\u00edtico e legislador ateniense respons\u00e1vel por reformas pol\u00edticas que estabeleceram os fundamentos da democracia ateniense como a participa\u00e7\u00e3o direta dos cidad\u00e3os no governo (exclu\u00edndo-se os  artes\u00e3os estrangeiros, chamados de <strong><em>metecos<\/em><\/strong>, os escravos, as mulheres e as crian\u00e7as).  Seu governo d\u00e1 in\u00edcio a um per\u00edodo de estabilidade que possibilita o advento da <strong>Gr\u00e9cia Cl\u00e1ssica<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<!-- #tablepress-19 from cache -->\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5863,"parent":45,"menu_order":10,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"full-width.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-181","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/181","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=181"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/181\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14479,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/181\/revisions\/14479"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/45"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5863"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=181"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}