{"id":119,"date":"2014-08-03T16:21:10","date_gmt":"2014-08-03T16:21:10","guid":{"rendered":"http:\/\/clunymma.wordpress.com\/?page_id=119"},"modified":"2017-06-06T19:48:18","modified_gmt":"2017-06-06T19:48:18","slug":"cronologia-de-476-a-800","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cluny.com.br\/?page_id=119","title":{"rendered":"Cronologia de 476 a 800"},"content":{"rendered":"\n<table id=\"tablepress-24\" class=\"tablepress tablepress-id-24\">\n<thead>\n<tr class=\"row-1\">\n\t<th class=\"column-1\">Per\u00edodo (d.C.)<\/th><th class=\"column-2\">Tema<\/th><th class=\"column-3\">Evento<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody class=\"row-striping row-hover\">\n<tr class=\"row-2\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-3\">\n\t<td class=\"column-1\">476<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Romano<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Fim do Imp\u00e9rio do Ocidente<\/strong>: Odoacro, rei dos h\u00e9rulos, derruba o \u00faltimo imperador romano R\u00f4mulo Aug\u00fastulo. <em>Esta data, por conven\u00e7\u00e3o, marca o fim da Antiguidade e o in\u00edcio da Idade M\u00e9dia.<\/em><strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-4\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Convenciona-se definir a Idade M\u00e9dia como o per\u00edodo que se estende do ano 476 d.C. (queda do Imp\u00e9rio Romano do Ocidente) at\u00e9 o ano de 1453 quando os turcos otomanos tomaram Constantinopla. Esse per\u00edodo costuma ser, por sua vez, subdividido em duas fases: a <strong>Alta Idade M\u00e9dia<\/strong>, de 476 d.C. at\u00e9 o ano 1000 e a <strong>Baixa Idade M\u00e9dia<\/strong>, do ano 1000 at\u00e9 o ano de 1453.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-5\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Durante os s\u00e9culos que se seguiram \u00e0 queda do Imp\u00e9rio Romano do Ocidente, os territ\u00f3rios da Europa sofreram in\u00fameras transforma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas com a forma\u00e7\u00e3o de muitos  reinos b\u00e1rbaros que, em sua maioria, tiveram curta dura\u00e7\u00e3o.  Alguns poucos sobreviveram gra\u00e7as, n\u00e3o somente \u00e0 for\u00e7a das armas, mas sobretudo \u00e0  maior capacidade de organiza\u00e7\u00e3o de seus l\u00edderes, como foi o caso dos <strong>francos<\/strong> na G\u00e1lia.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-6\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os <strong>francos<\/strong> eram um povo germ\u00e2nico de origem desconhecida. Quando a Hist\u00f3ria come\u00e7ou a identific\u00e1-los, dividiam-se em duas grandes tribos: os <strong>francos ripu\u00e1rios<\/strong> das margens do Reno e os <strong>francos s\u00e1lios<\/strong> que ocupavam a regi\u00e3o da atual B\u00e9lgica.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-7\">\n\t<td class=\"column-1\">481 a 511<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Cl\u00f3vis<\/strong>, rei franco que inaugura a <strong>dinastia merov\u00edngia<\/strong> e o verdadeiro reino da Fran\u00e7a.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-8\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em><strong>Merov\u00edngio<\/strong> \u00e9 um nome derivado de <strong>Meroveu<\/strong> que teria sido av\u00f4 de Cl\u00f3vis. Na verdade, sua exist\u00eancia nunca foi devidamente comprovada, o que leva muitos historiadores a consideraram que Meroveu seria  apenas uma figura legend\u00e1ria.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-9\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Muitos historiadores afirmam que durante a dinastia merov\u00edngia (iniciada com Cl\u00f3vis e terminada com Childerico III em 751) n\u00e3o existia ainda o reino da Fran\u00e7a. Os merov\u00edngios reinavam apenas sobre os francos. O reino da Fran\u00e7a teria sido formado, efetivamente, ap\u00f3s o <strong>Tratado de Verdun<\/strong> em 843 quando houve a <strong>divis\u00e3o do Imp\u00e9rio de Carlos Magno<\/strong> e se criou a chamada <strong>Fran\u00e7a Ocidental<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-10\">\n\t<td class=\"column-1\">493 a 526<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Reinado de Teodorico, o Grande<\/strong>, rei ostrogodo.  Ap\u00f3s derrotar Odoacro, funda o <strong>reino ostrogodo da It\u00e1lia<\/strong> tendo como capital a cidade de Ravena. Cercado de pessoas de cultura greco-romana, Teodorico fez um bom governo, sendo considerado por alguns historiadores como precursor de Carlos Magno.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-11\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Por ocasi\u00e3o da queda do Imp\u00e9rio Romano do Ocidente, a parte oriental (futuro Imp\u00e9rio Bizantino) era governada por Zen\u00e3o. Quando os ostrogodos come\u00e7aram a amea\u00e7ar o Imp\u00e9rio Romano do Oriente, Zen\u00e3o convenceu Teodorico, rei dos ostrogodos, a invadir a pen\u00ednsula It\u00e1lica e lutar contra Odoacro.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-12\">\n\t<td class=\"column-1\">25 de dezembro,  496 (?)<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Batizado do rei Cl\u00f3vis na igreja de Reims.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-13\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Esse batizado, ocorrido em 496 ou 498, se constituiu em um evento muito significativo para a igreja crist\u00e3 primitiva, pois Cl\u00f3vis passou a ser o principal  defensor do cristianismo, n\u00e3o  somente contra os pag\u00e3os, mas tamb\u00e9m  contra os crist\u00e3os que seguiam a doutrina arianista, como os burg\u00fandios e os visigodos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-14\">\n\t<td class=\"column-1\">507<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Batalha de Vouill\u00e9<\/strong>: Cl\u00f3vis derrota Alarico II e extingue o reino visig\u00f3tico da G\u00e1lia  sediado em Toulouse. Assim, os visigodos ficam restritos \u00e0  Espanha e Cl\u00f3vis incorpora a regi\u00e3o do reino visig\u00f3tico, a Aquit\u00e2nia, ao reino franco.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-15\">\n\t<td class=\"column-1\">511<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Morte de Cl\u00f3vis.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-16\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Atrav\u00e9s de in\u00fameras conquistas, os descendentes de Cl\u00f3vis governaram uma G\u00e1lia bastante expandida. Contudo, a crescente mediocridade dos reis merov\u00edngios, contrapondo-se \u00e0 influ\u00eancia exercida pela aristocracia dos grandes propriet\u00e1rios de terras, conduziu \u00e0 derrocada dessa dinastia, cujos \u00faltimos representantes eram chamados de <strong>reis indolentes<\/strong>, j\u00e1 que levavam uma vida f\u00fatil e desinteressada dos assuntos do governo. O poder era exercido, de fato, pelos  chamados <strong>prefeitos do pa\u00e7o<\/strong>, uma esp\u00e9cie de primeiro-ministro.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-17\">\n\t<td class=\"column-1\">527 a 565<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Justiniano<\/strong>, considerado o mais importante imperador da hist\u00f3ria bizantina. Tem in\u00edcio uma nova dinastia, a  justiniana (527 a 610).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-18\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Durante seu reinado, o Imp\u00e9rio Bizantino atingiu uma enorme extens\u00e3o. Justiniano conquistou o norte da \u00c1frica que estava em poder dos v\u00e2ndalos, a pen\u00ednsula italiana que era dom\u00ednio dos ostrogodos e uma parte da Espanha visig\u00f3tica. Casado com Teodora, mulher bel\u00edssima, que fora atriz e cortes\u00e3, Justiniano exerce um poderoso controle sobre a vida pol\u00edtica e religiosa do Imp\u00e9rio, interligando de tal forma esses dois aspectos, que sua pessoa passa a ser quase sagrada. Acumula tanto o  poder temporal como o espiritual (cesaripapismo). Entre os maiores feitos de seu reinado citam-se a constru\u00e7\u00e3o da <strong>Igreja de Santa Sofia<\/strong> e a publica\u00e7\u00e3o do <strong>C\u00f3digo de Justiniano<\/strong> (ampla revis\u00e3o e codifica\u00e7\u00e3o das leis existentes desde o per\u00edodo de Adriano).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-19\">\n\t<td class=\"column-1\">529<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Imperador Justiniano proibe o ensino da filosofia cl\u00e1ssica grega. Com isso,  Atenas deixa de ser o importante centro cultural que ainda era.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-20\">\n\t<td class=\"column-1\">529<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\">Bento de M\u00farcia, depois canonizado como S\u00e3o Bento, funda em monte Cassino, pr\u00f3ximo \u00e0 cidade de N\u00e1poles, o mosteiro que d\u00e1 origem \u00e0 ordem dos beneditinos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-21\">\n\t<td class=\"column-1\">532<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Bizantino<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Revolta Nika<\/strong>:  rebeli\u00e3o  popular devido \u00e0 insatisfa\u00e7\u00e3o  em rela\u00e7\u00e3o a v\u00e1rias medidas do governo de Justiniano, principalmente aos altos impostos decorrentes dos excessivos gastos militares. A revolta se inicia no hip\u00f3dromo local, onde  duas fac\u00e7\u00f5es de j\u00f3queis - verdes e azuis - s\u00e3o tamb\u00e9m  partidos pol\u00edticos. A multid\u00e3o entusiasmada grita <strong>Nika<\/strong> (\"vit\u00f3ria\" em grego) pelas ruas. A luta termina com o cerco dos revoltosos no hip\u00f3dromo, onde perto de 30 mil s\u00e3o exterminados.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-22\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>A revolta se iniciou no hip\u00f3dromo local, onde\u00a0duas fac\u00e7\u00f5es de j\u00f3queis, verdes e azuis,\u00a0eram tamb\u00e9m partidos pol\u00edticos. Membros desses partidos instigaram a revolta que logo se alastrou pela cidade com in\u00fameros ataques a pr\u00e9dios p\u00fablicos, inclusive ao pal\u00e1cio imperial. A multid\u00e3o entusiasmada gritava <strong>nika<\/strong> (palavra grega que significa \"vit\u00f3ria\") pelas ruas de Constantinopla. Justiniano, nomeou o\u00a0general Belis\u00e1rio para enfrentar os rebeldes. A luta terminou com o cerco dos revoltosos no hip\u00f3dromo, onde perto de 30 mil foram exterminados.\u00a0<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-23\">\n\t<td class=\"column-1\">534<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Ex\u00e9rcito bizantino comandado por Belis\u00e1rio derrota os v\u00e2ndalos e extingue o seu reino no norte da \u00c1frica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-24\">\n\t<td class=\"column-1\">534<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Francos derrotam os burg\u00fandios e anexam o seu reino.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-25\">\n\t<td class=\"column-1\">535 a 554<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Guerra de Reconquista<\/strong>: com a morte de Teodorico, os bizantinos d\u00e3o in\u00edcio \u00e0  reconquista da It\u00e1lia. Esta guerra entre bizantinos e ostrogodos dura quase 20 anos e deixa o pa\u00eds arrasado.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-26\">\n\t<td class=\"column-1\">537<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Inaugura\u00e7\u00e3o da igreja de Santa Sofia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-27\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>A obra empregou cerca de 10 mil trabalhadores e consumiu  enormes recursos financeiros, levando quase seis anos para ser conclu\u00edda. No ato da inaugura\u00e7\u00e3o, o imperador subiu ao p\u00falpito e agradeceu a Deus a oportunidade de poder erguer um monumento t\u00e3o majestoso. Teria exclamado: \"\u00d3 Salom\u00e3o, eu vos superei\" afirmando assim que  Santa Sofia seria mais grandiosa que o famoso Templo de Salom\u00e3o.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-28\">\n\t<td class=\"column-1\">538 a 710<\/td><td class=\"column-2\">Jap\u00e3o<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Per\u00edodo Asuka<\/strong>: budismo introduzido no pa\u00eds (538 a 552).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-29\">\n\t<td class=\"column-1\">562<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\">Queda de Verona,  \u00faltima cidade ainda em poder dos ostrogodos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-30\">\n\t<td class=\"column-1\">565<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Morte do imperador Justiniano.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-31\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>No per\u00edodo compreendido entre a morte de Justiniano (565) e o final da sua dinastia, o Imp\u00e9rio Bizantino passou por anos muito turbulentos, tanto no \u00e2mbito interno (situa\u00e7\u00e3o financeira prec\u00e1ria, disputas religiosas, pestes e fome), como no setor externo (constantes incurs\u00f5es de povos inimigos em seu territ\u00f3rio; perda da It\u00e1lia para os lombardos). Assim, fustigado pelos mais diversos problemas, o Imp\u00e9rio chegou a um ponto de quase desintegra\u00e7\u00e3o. Salvou-o, contudo uma nova dinastia, iniciada por <strong>Her\u00e1clio<\/strong> no ano de 610.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-32\">\n\t<td class=\"column-1\">568<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\">Lombardos, comandados por Albu\u00edno, se dirigem para o norte da It\u00e1lia, regi\u00e3o praticamente abandonada ap\u00f3s a recente aniquila\u00e7\u00e3o do reino ostrogodo pelos bizantinos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-33\">\n\t<td class=\"column-1\">569<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\">Mil\u00e3o tomada pelos lombardos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-34\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>No final do s\u00e9culo VI, a It\u00e1lia estava dividida entre os bizantinos e os lombardos, os quais mantiveram seu reino com capital em Pavia at\u00e9 774, quando foram derrotados por Carlos Magno.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-35\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 570<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Nascimento de Maom\u00e9<\/strong> na cidade de Meca, na Ar\u00e1bia. Seus pais pertenciam a um dos cl\u00e3s mais pobres (axemitas) da importante tribo dos coraixitas (quraysh), guardi\u00e3 da <strong>Caaba<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-36\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>A <strong>Caaba<\/strong> era um santu\u00e1rio de granito em forma de cubo onde, na \u00e9poca, os \u00e1rabes adoravam seus numerosos \u00eddolos, tendo sido preservada como local sagrado, mesmo ap\u00f3s a institui\u00e7\u00e3o por Maom\u00e9 de uma religi\u00e3o monote\u00edsta. Atualmente \u00e9 o principal centro de peregrina\u00e7\u00e3o do islamismo e \u00e9, exatamente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Caaba,  que os fi\u00e9is mu\u00e7ulmanos se voltam para fazerem suas preces di\u00e1rias. No interior da Caaba h\u00e1 uma pedra negra (provavelmente um peda\u00e7o de meteorito) que \u00e9 uma das principais rel\u00edquias da religi\u00e3o e que, segundo o Alcor\u00e3o,  teria sido dada a Abra\u00e3o pelo  anjo Gabriel.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-37\">\n\t<td class=\"column-1\">577<\/td><td class=\"column-2\">Inglaterra<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Batalha de Deorham<\/strong>: tribos germ\u00e2nicas (principalmente sax\u00f5es) instaladas na ilha da Brit\u00e2nia derrotam, definitivamente, os bret\u00f5es e dividem o pa\u00eds em sete reinos, uma <strong>heptarquia<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-38\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Embora a maior parte dos bret\u00f5es tenha se  submetido, algumas minorias n\u00e3o se entregaram, refugiando-se em  enclaves celtas na Irlanda, Esc\u00f3cia, Gales e Cornualha. Alguns atravessaram de volta o Canal da Mancha se estabelecendo na regi\u00e3o da Arm\u00f3rica, oeste da G\u00e1lia (atual prov\u00edncia francesa da <strong>Bretanha<\/strong>).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-39\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os sete reinos foram assim distribu\u00eddos: os jutos ficaram com <strong>Kent<\/strong>; os anglos com <strong>East Anglia<\/strong>, <strong>Nortumbria<\/strong> e <strong>M\u00e9rcia<\/strong> e os sax\u00f5es com <strong>Wessex<\/strong>, <strong>Essex<\/strong> e <strong>Sussex<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-40\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 583<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\">Maom\u00e9 entra para o com\u00e9rcio de caravanas trabalhando para uma rica vi\u00fava, Khadidja. Faz viagens at\u00e9 o norte da S\u00edria, ocasi\u00e3o em que mant\u00e9m contato com pessoas que professavam  o juda\u00edsmo e o cristianismo, tendo ficado bastante impressionado com suas cren\u00e7as monote\u00edstas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-41\">\n\t<td class=\"column-1\">585<\/td><td class=\"column-2\">Portugal<\/td><td class=\"column-3\">Visigodos derrotam os suevos e extinguem o seu reino.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-42\">\n\t<td class=\"column-1\">600 a 800<\/td><td class=\"column-2\">Civiliza\u00e7\u00f5es Pr\u00e9-Colombianas \/ Maias<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Apogeu da civiliza\u00e7\u00e3o maia<\/strong>: embora remonte a uma \u00e9poca anterior ao ano 1000 a.C., o apogeu dos maias ocorreu entre os s\u00e9culos VII e IX da nossa era. Portanto, quando os conquistadores espanh\u00f3is chegaram no s\u00e9culo XVI, os maias j\u00e1 estavam em decad\u00eancia h\u00e1 muito tempo, embora  a cultura maia nunca tenha desaparecido totalmente (at\u00e9 hoje, ainda existem muitos povos que falam l\u00ednguas derivadas do maia original).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-43\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Os <strong>maias<\/strong> ocupavam uma extensa \u00e1rea dos atuais territ\u00f3rios do M\u00e9xico (pen\u00ednsula de Yucatan), Guatemala, Belize, El Salvador e Honduras. Nunca se constitu\u00edram em um imp\u00e9rio; na verdade formavam um conjunto de cidades-estado que compartilhavam a mesma cultura. Os maias atingiram um grau surpreendente de conhecimento astron\u00f4mico e matem\u00e1tico, com um  calend\u00e1rio muito preciso e descobriram o conceito do n\u00famero zero . Adotavam um sistema de numera\u00e7\u00e3o de base vinte e possu\u00edam uma escrita hierogl\u00edfica que ainda n\u00e3o foi completamente decifrada. Seu decl\u00ednio come\u00e7ou a partir do s\u00e9culo X, n\u00e3o se sabendo as causas desse processo. Diversas  hip\u00f3teses foram levantadas, tais como cat\u00e1strofes naturais (terremotos ou erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas), fome devido ao esgotamento do solo,  guerras entre cidades-estado, epidemias, etc. As ru\u00ednas de constru\u00e7\u00f5es maias (templos, pir\u00e2mides, observat\u00f3rios astron\u00f4micos, torres, etc) s\u00e3o muitas. Dentre as mais famosas, pode-se citar <strong>Chichen Itz\u00e1<\/strong>, <strong>Palenque<\/strong>, <strong>Cop\u00e1n<\/strong>, <strong>Tikal<\/strong>, <strong>Tulum<\/strong>. <\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-44\">\n\t<td class=\"column-1\">610 a 641<\/td><td class=\"column-2\">Imp\u00e9rio Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Her\u00e1clio<\/strong>, primeiro imperador da dinastia heracliana.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-45\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Foi nesta dinastia que o <strong>Imp\u00e9rio Romano do Oriente <\/strong>se tornou efetivamente grego passando a se denominar <strong>Imp\u00e9rio Bizantino<\/strong> (<strong>Biz\u00e2ncio<\/strong> era o antigo nome de <strong>Constantinopla<\/strong>). S\u00e3o adotadas a cultura, a l\u00edngua e as institui\u00e7\u00f5es gregas. O latim deixa de ser o idioma oficial. O imperador passa a ser chamado de <strong>basileus<\/strong> (palavra grega para monarca, rei, imperador).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-46\">\n\t<td class=\"column-1\">c. 610<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Primeiras revela\u00e7\u00f5es a Maom\u00e9<\/strong>: segundo a tradi\u00e7\u00e3o isl\u00e2mica, em uma caverna (Hira), o anjo Gabriel teria entregado a Maom\u00e9 uma mensagem revelando a exist\u00eancia de um Deus \u00fanico. Esse \u00e9 o texto inicial do livro sagrado do islamismo, o <strong>Alcor\u00e3o<\/strong> (Cor\u00e3o).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-47\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>A partir desse momento, Maom\u00e9 come\u00e7ou a pregar uma cren\u00e7a baseada na f\u00e9 em um Deus \u00fanico (Al\u00e1) conclamando a todos para que abandonassem seus outros deuses e \u00eddolos. Surgiu assim uma nova religi\u00e3o monote\u00edsta, o <strong>Islamismo<\/strong>, designa\u00e7\u00e3o derivada da palavra \u00e1rabe \"islam\" que significa \"submiss\u00e3o\". Os adeptos desta religi\u00e3o passaram a ser chamados de <strong>maometanos<\/strong> (seguidores de Maom\u00e9) ou <strong>mu\u00e7ulmanos<\/strong> (termo oriundo da palavra \u00e1rabe \"muslim\" que significa \"aquele que se submeteu a Deus\"). \u00c9 interessante observar que na Idade M\u00e9dia, os crist\u00e3os chamavam os mu\u00e7ulmanos de <strong>sarracenos<\/strong> ou de <strong>mouros<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-48\">\n\t<td class=\"column-1\">618 a 907<\/td><td class=\"column-2\">China<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Dinastia Tang<\/strong>: per\u00edodo de progresso e estabilidade pol\u00edtica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-49\">\n\t<td class=\"column-1\">622<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>H\u00e9gira<\/strong>: fuga do profeta Maom\u00e9 de Meca para Yatribe (Medina). Esse evento marca o in\u00edcio do calend\u00e1rio mu\u00e7ulmano.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-50\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Devido \u00e0 sua doutrina monoteista, Maom\u00e9 passou a ser perseguido pelos coraixitas de Meca, os quais se sentiam amea\u00e7ados em seus interesses comerciais, j\u00e1 que  viviam dos neg\u00f3cios gerados pelo polite\u00edsmo vigente que levava milhares de peregrinos \u00e0 Caaba. Maom\u00e9,  amea\u00e7ado de morte, decidiu fugir para  Yatribe (depois, essa cidade teve seu nome mudado para Medina, a \"cidade do profeta\"). Tem inicio a guerra dos adeptos de Maom\u00e9 contra os coraixitas. \u00c9 a chamada \"<strong>guerra santa<\/strong>\" apregoada por Maom\u00e9, ou seja, a difus\u00e3o do Islamismo atrav\u00e9s da for\u00e7a a todos os n\u00e3o-convertidos. Esse movimento acabou unificando as tribos \u00e1rabes e possibilitou a r\u00e1pida expans\u00e3o da nova religi\u00e3o pelo mundo.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-51\">\n\t<td class=\"column-1\">630<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\">Maom\u00e9 e seus seguidores tomam Meca e destroem os \u00eddolos existentes na Caaba.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-52\">\n\t<td class=\"column-1\">632<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Morte de Maom\u00e9<\/strong> em Medina. Abu Bakr, sogro de Maom\u00e9, \u00e9 escolhido como primeiro <strong>califa<\/strong>, ou seja, \"sucessor do Profeta\". <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-53\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>O livro fundamental do  Islamismo \u00e9 o <strong>Alcor\u00e3o<\/strong> (Cor\u00e3o) que seria a palavra de Deus (Al\u00e1) revelada ao profeta Maom\u00e9.  N\u00e3o foi escrito diretamente por Maom\u00e9,  sendo uma colet\u00e2nea das anota\u00e7\u00f5es feitas pelos disc\u00edpulos do profeta  \u00e0 medida que ele recebia as revela\u00e7\u00f5es divinas. Al\u00e9m do Alcor\u00e3o,  existe um outro livro, denominado <strong>Suna<\/strong>, compilado por sucessores de Maom\u00e9  e que re\u00fane  ensinamentos e exemplos dados pelo profeta. Esse livro acabou provocando uma grande cis\u00e3o na religi\u00e3o isl\u00e2mica, surgindo duas seitas: a <strong>sunita<\/strong> que, al\u00e9m do Alcor\u00e3o, segue tamb\u00e9m os preceitos expostos no Suna e a <strong>xiita<\/strong> que apenas aceita o Alcor\u00e3o.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-54\">\n\t<td class=\"column-1\">634 a 644<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\">Omar (Umar), antigo companheiro de Maom\u00e9 que o havia acompanhado na fuga para Medina, sucede a Abu Bakr como califa. Durante seu governo se inicia o estabelecimento de um imp\u00e9rio teocr\u00e1tico mu\u00e7ulmano. S\u00edria, Palestina, Egito e P\u00e9rsia s\u00e3o conquistados e convertidos \u00e0 f\u00e9 mu\u00e7ulmana.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-55\">\n\t<td class=\"column-1\">635<\/td><td class=\"column-2\">China<\/td><td class=\"column-3\">Chegam os primeiros mission\u00e1rios crist\u00e3os. S\u00e3o monges nestorianos da \u00c1sia Menor e P\u00e9rsia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-56\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><strong>Nestorianismo<\/strong> era uma doutrina crist\u00e3 criada por <strong>Nest\u00f3rio<\/strong> (380-451), patriarca de Constantinopla, que apregoava haver duas naturezas em Jesus Cristo, uma divina e outra humana e n\u00e3o uma \u00fanica. Foi considerada heresia pelo <strong>Conc\u00edlio de \u00c9feso<\/strong> em 431.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-57\">\n\t<td class=\"column-1\">agosto 636<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Batalha de Yarmouk<\/strong>: \u00e1rabes esmagam o ex\u00e9rcito bizantino na S\u00edria. Primeira grande vit\u00f3ria mu\u00e7ulmana fora da Ar\u00e1bia e contra crist\u00e3os.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-58\">\n\t<td class=\"column-1\">644 a 656<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\">Otman (Uthman) sucede a Omar. Expande o Islamismo pelo norte da \u00c1frica e conquista Chipre. Durante seu califado, foi estabelecido o texto final e oficial do Alcor\u00e3o organizado em 114 cap\u00edtulos (suras).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-59\">\n\t<td class=\"column-1\">650<\/td><td class=\"column-2\">Egito<\/td><td class=\"column-3\">Cidade do Cairo \u00e9 constru\u00edda com material das ru\u00ednas de M\u00eanfis, uma das capitais do Antigo Egito.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-60\">\n\t<td class=\"column-1\">650<\/td><td class=\"column-2\">China<\/td><td class=\"column-3\">Saad ibn Abi Waqqas, tio de Maom\u00e9 e uma das primeiras pessoas convertidas ao islamismo, visita o pa\u00eds e marca a chegada da nova religi\u00e3o \u00e0 China.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-61\">\n\t<td class=\"column-1\">661 a 750<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Dinastia Om\u00edada<\/strong>, da seita sunita, com capital em Damasco, S\u00edria: durante esta dinastia, a expans\u00e3o isl\u00e2mica se intensifica. Os \u00e1rabes ocupam todo o norte da \u00c1frica e de l\u00e1 partem para  conquistar a Espanha. O Mediterr\u00e2neo se torna um \"mar mu\u00e7ulmano\". \u00c0 leste, o dom\u00ednio \u00e1rabe chega at\u00e9 a \u00cdndia (vale do rio Indo). Em  750, a dinastia om\u00edada chega ao fim sendo substitu\u00edda pelos ab\u00e1ssidas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-62\">\n\t<td class=\"column-1\">673 a 678<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Cerco \u00e1rabe de Constantinopla<\/strong>: durante cinco anos uma esquadra \u00e1rabe sitia a cidade de Constantinopla. O cerco mar\u00edtimo s\u00f3 termina (678), quando os bizantinos usam o chamado \"<strong>fogo grego<\/strong><em>\" para afugentar o inimigo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-63\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>\"Fogo grego\" era um produto qu\u00edmico altamente inflam\u00e1vel que se incendiava em contato com a \u00e1gua, destruindo todas as embarca\u00e7\u00f5es dentro do seu raio de a\u00e7\u00e3o.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-64\">\n\t<td class=\"column-1\">680 a 714<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Pepino de Heristal<\/strong>, primeiro \"<em>prefeito do pa\u00e7o<\/em>\" a deter grande autoridade. <\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-65\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>O t\u00edtulo \"<strong>prefeito do pa\u00e7o<\/strong>\", em latim  \"major domus\", era dado ao mais alto funcion\u00e1rio da corte, uma esp\u00e9cie de primeiro-ministro. Durante os reinados dos \u00faltimos representantes da dinastia merov\u00edngia, os chamados \"reis indolentes\",  o  poder era exercido, de fato, pelos  \"prefeitos do pa\u00e7o\".<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-66\">\n\t<td class=\"column-1\">691<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\">Constru\u00e7\u00e3o da grande mesquita \"<strong>C\u00fapula da Rocha<\/strong>\" no <strong>Monte do Templo<\/strong>, em Jerusal\u00e9m, local onde, no passado, ficava o famoso <strong>Templo de Salom\u00e3o<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-67\">\n\t<td class=\"column-1\">710 a 784<\/td><td class=\"column-2\">Jap\u00e3o<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Per\u00edodo Nara<\/strong>, assim chamado pois a capital do pa\u00eds ficava na cidade de Nara, chamada de Heijo na \u00e9poca. Foi uma \u00e9poca de florescimento das artes e literatura.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-68\">\n\t<td class=\"column-1\">abril, 711<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica - Espanha<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Conquista \u00e1rabe da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica<\/strong>: mouros (\u00e1rabes e b\u00e9rberes do norte da \u00c1frica), sob o comando do general mu\u00e7ulmano <strong>T\u00e1rik<\/strong>, desembarcam no <strong>Rochedo de Gibraltar<\/strong>  em 30 de abril. Em julho, as tropas mu\u00e7ulmanas derrotam Rodrigo, o \u00faltimo rei visigodo da Espanha na <strong>Batalha de Guadalete<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-69\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>As primeiras cidades conquistadas pelos mouros foram  <strong>Sevilha<\/strong>, <strong>C\u00f3rdoba<\/strong> e <strong>Toledo<\/strong>. Nos  anos seguintes, os mu\u00e7ulmanos dominaram, praticamente, toda a Pen\u00ednsula (com exce\u00e7\u00e3o do pequeno Reino das Ast\u00farias). Estabeleceram sua capital em C\u00f3rdoba que passou a ser, em toda a Europa, um dos centros mais brilhantes em riqueza, luxo e cultura. O longo per\u00edodo de dom\u00ednio isl\u00e2mico na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica  s\u00f3 terminou em  janeiro de 1492, quando o \u00faltimo territ\u00f3rio \u00e1rabe, a cidade de <strong>Granada<\/strong>, se submeteu aos chamados reis cat\u00f3licos, <strong>Fern\u00e3o de Arag\u00e3o<\/strong> e <strong>Isabel de Castela<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-70\">\n\t<td class=\"column-1\">711<\/td><td class=\"column-2\">\u00cdndia<\/td><td class=\"column-3\">Muhammad bin Qasim do califado de Damasco conquista a regi\u00e3o de Sind e Punjab no noroeste indiano. Era a primeira das muitas incurs\u00f5es mu\u00e7ulmanas  na \u00cdndia.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-71\">\n\t<td class=\"column-1\">717<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">Le\u00e3o III assume o trono e inaugura uma nova dinastia: a isauriana (is\u00e1urica) que se mant\u00e9m no poder at\u00e9 802.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-72\">\n\t<td class=\"column-1\">722<\/td><td class=\"column-2\">Espanha<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Batalha de Covadonga<\/strong>: Pel\u00e1gio, rei das Ast\u00farias, inicia o movimento de <strong>Reconquista Crist\u00e3<\/strong>, ao derrotar os invasores mu\u00e7ulmanos. Mas a guerra para expuls\u00e3o dos \u00e1rabes da pen\u00ednsula Ib\u00e9rica seria longa e penosa, durando  mais de 700 anos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-73\">\n\t<td class=\"column-1\">726<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Bizantino<\/td><td class=\"column-3\">In\u00edcio do <strong>movimento iconoclasta<\/strong>, uma doutrina que se opunha ao culto das imagens (\u00edcones).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-74\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Essa controv\u00e9rsia religiosa abalou seriamente  a vida do Imp\u00e9rio Bizantino durante mais de um s\u00e9culo (726 a 842), colocando em campos opostos os defensores das imagens (\u00edcones) e os chamados iconoclastas que repudiavam a representa\u00e7\u00e3o e a adora\u00e7\u00e3o dos \u00edcones. O primeiro grupo era liderado pela Igreja enquanto que o ex\u00e9rcito era a principal for\u00e7a de apoio ao movimento iconoclasta.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-75\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>No auge da pol\u00eamica, o papa chegou mesmo a excomungar os iconoclastas e, em decorr\u00eancia,  passou a se servir, cada vez mais, dos reis francos (carol\u00edngios) em substitui\u00e7\u00e3o ao apoio que recebia dos imperadores bizantinos. Esse fato contribuiu para intensificar o distanciamento j\u00e1 existente entre crist\u00e3os ocidentais e orientais, podendo-se afirmar que a <strong>iconoclastia<\/strong> foi um dos fatores relevantes do <strong>Cisma da Igreja<\/strong>, consumado em 1054, separando os ramos latino e grego da cristandade.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-76\">\n\t<td class=\"column-1\">outubro, 732<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Batalha de Poitiers<\/strong> (tamb\u00e9m conhecida como <strong>Batalha de Tours<\/strong>): <strong>Carlos Martel<\/strong>, filho de Pepino de Heristal, derrota os \u00e1rabes e impede o avan\u00e7o dos mu\u00e7ulmanos na Europa.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-77\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Devido a este feito, Carlos Martel recebeu do papa Greg\u00f3rio III o t\u00edtulo de \"<strong>her\u00f3i da cristandade<\/strong>\", aumentando em muito o prest\u00edgio pol\u00edtico dos \"prefeitos do pa\u00e7o\". <\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-78\">\n\t<td class=\"column-1\">750<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Dinastia ab\u00e1ssida<\/strong>, tamb\u00e9m sunita, derrota e substitui os om\u00edadas. Capital do mundo isl\u00e2mico \u00e9 transferida de Damasco para <strong>Bagd\u00e1<\/strong>. Os ab\u00e1ssidas ficam no poder at\u00e9 o ano de 1258.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-79\">\n\t<td class=\"column-1\">751<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Pepino, o Breve<\/strong>, filho de Carlos Martel, com apoio da Igreja Cat\u00f3lica, dep\u00f5e o \u00faltimo rei merov\u00edngio, Childerico III, e assume o trono dos francos. Come\u00e7a uma nova dinastia franca que viria a se chamar <strong>carol\u00edngia<\/strong> (ou <strong>carlov\u00edngia<\/strong>) em homenagem ao seu representante mais ilustre: <strong>Carlos Magno<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-80\">\n\t<td class=\"column-1\">756<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica - Espanha<\/td><td class=\"column-3\">Abderram\u00e3o I (Abd-al-Rhaman), neto de um califa om\u00edada, se refugia na Espanha e funda o <strong>Emirado de C\u00f3rdoba<\/strong> totalmente independente de Bagd\u00e1. Inicia-se a primeira  dinastia mu\u00e7ulmana na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-81\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>O processo de unifica\u00e7\u00e3o da Espanha ocorreu ao longo dos s\u00e9culos que marcaram a presen\u00e7a mu\u00e7ulmana na Pen\u00ednsula. Os pequenos reinos existentes, como <strong>Ast\u00farias<\/strong>, <strong>Le\u00e3o<\/strong>, <strong>Catalunha<\/strong>, <strong>Navarra<\/strong> foram se aglutinando em torno dos dois mais fortes, <strong>Castela<\/strong> e <strong>Arag\u00e3o<\/strong>, os quais, por sua vez, foram reunidos, em 1469,  quando do famoso casamento de Fern\u00e3o de Arag\u00e3o e Isabel de Castela.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-82\">\n\t<td class=\"column-1\">756<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\">Criados os Estados Papais com capital em Roma.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-83\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Esses estados  mantiveram sua independ\u00eancia at\u00e9 1870, quando as tropas do rei Vitor Emanuel II entraram em Roma e l\u00e1 estabeleceram sua corte. Somente em 1929, o governo italiano reconheceu o <strong>Vaticano<\/strong>, um pequeno  enclave dentro da cidade de Roma, sob jurisdi\u00e7\u00e3o da Igreja  Cat\u00f3lica<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-84\">\n\t<td class=\"column-1\">768 a 814<\/td><td class=\"column-2\">Fran\u00e7a<\/td><td class=\"column-3\">Reinado de <strong>Carlos Magno<\/strong>: atrav\u00e9s de in\u00fameras guerras e expedi\u00e7\u00f5es militares, Carlos Magno expande consideravelmente o reino franco a ponto de transform\u00e1-lo no <strong>Imp\u00e9rio Carol\u00edngio<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-85\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>A forma\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio se deu atrav\u00e9s da assimila\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios povos b\u00e1rbaros derrotados por Carlos Magno, tais como lombardos, b\u00e1varos, \u00e1varos e eslavos. Apenas n\u00e3o foi bem sucedido ao tentar expulsar os mouros da Espanha. Os bascos se puseram em seu caminho nos Pirineus, obrigando-o a  retroceder. Entre os povos vencidos,  os sax\u00f5es foram os  que mais ferozmente lutaram, comandados pelo seu valente chefe <strong>Widukind<\/strong>.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-86\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Com a expans\u00e3o do seu imp\u00e9rio, Carlos Magno foi obrigado a estabelecer uma estrutura pol\u00edtica que garantisse a sua autoridade e possibilitasse uma administra\u00e7\u00e3o eficaz. Assim, dividiu o imp\u00e9rio em <strong>ducados<\/strong>, <strong>condados<\/strong> e <strong>marcas<\/strong> (propriedades localizadas nas regi\u00f5es fronteiri\u00e7as do imp\u00e9rio), concedendo essas \u00e1reas a nobres (duques, condes e marqueses) que, al\u00e9m de cuidar de suas  possess\u00f5es, faziam executar as decis\u00f5es do imperador. Periodicamente, inspetores (missi dominici) percorriam aqueles territ\u00f3rios  para garantir o cumprimento das ordens imperiais.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-87\">\n\t<td class=\"column-1\">774<\/td><td class=\"column-2\">It\u00e1lia<\/td><td class=\"column-3\">Carlos Magno derrota os lombardos e extingue o seu reino.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-88\">\n\t<td class=\"column-1\">786 a 809<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Califado de Harun-al-Rachid<\/strong> marca o apogeu da dinastia ab\u00e1ssida e, consequentemente, do imp\u00e9rio \u00e1rabe isl\u00e2mico. Nesta \u00e9poca, a cidade de Bagd\u00e1 se tornou um dos centros culturais e econ\u00f4micos mais importantes do mundo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-89\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Muitas das hist\u00f3rias do livro cl\u00e1ssico da literatura \u00e1rabe <strong>\"As Mil e Uma Noites\"<\/strong> foram inspiradas na magn\u00edfica corte de Harun-al-Rachid. Ap\u00f3s a sua a morte, a cultura \u00e1rabe come\u00e7ou a perder influ\u00eancia na corte de Bagd\u00e1 e os costumes persas passaram a predominar. No aspecto pol\u00edtico e militar, foram os turcos que vieram a exercer mais poder, fato esse decorrente do grande contingente de soldados turcos que, durante muito tempo,  foram recrutados para o  ex\u00e9rcito isl\u00e2mico.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-90\">\n\t<td class=\"column-1\">789<\/td><td class=\"column-2\">Civ. Isl\u00e2mica \/ Marrocos<\/td><td class=\"column-3\">Pr\u00edncipe \u00e1rabe Idris, descendente de Ali, genro de Maom\u00e9, se refugia no Marrocos para escapar de ser morto pelo califa de Bagd\u00e1. L\u00e1 funda o reino de Marrocos que se torna assim o segundo estado isl\u00e2mico independente (o primeiro  havia sido o califado de C\u00f3rdoba, na Espanha).<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-91\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Este fato foi um pren\u00fancio da fragmenta\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio \u00e1rabe isl\u00e2mico que viria a ocorrer  t\u00e3o rapidamente quanto havia sido sua expans\u00e3o. Entre os principais motivos deste decl\u00ednio, pode-se citar a enorme dificuldade em se manter uma unidade pol\u00edtica num territ\u00f3rio t\u00e3o vasto e habitado por povos de culturas t\u00e3o diferentes.  As disputas pol\u00edticas e religiosas  come\u00e7aram a proliferar e a autoridade do califa passou a ser muito contestada. As press\u00f5es externas tamb\u00e9m aumentaram. Nos s\u00e9culos seguintes, bizantinos, turcos, mong\u00f3is e cruzados crist\u00e3os intensificaram as lutas contra os \u00e1rabes.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-92\">\n\t<td class=\"column-1\">793<\/td><td class=\"column-2\">Era Viking<\/td><td class=\"column-3\">Tribos vikings da Noruega atacam o  mosteiro da ilha de Lindisfarne, na costa da Esc\u00f3cia, dando in\u00edcio \u00e0 chamada <strong>Era Viking<\/strong>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-93\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Ap\u00f3s um periodo de cerca de tr\u00eas s\u00e9culos sem amea\u00e7as b\u00e1rbaras, j\u00e1 que esses povos acabaram se miscigenando com os antigos romanos, a Europa voltava a se atemorizar. Agora, os inimigos eram as tribos vikings provenientes da Escandin\u00e1via que iniciavam uma nova \u00e9poca de terror para a popula\u00e7\u00e3o europ\u00e9ia.\u00a0<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-94\">\n\t<td class=\"column-1\">794 a 1185<\/td><td class=\"column-2\">Jap\u00e3o<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Per\u00edodo Heian<\/strong> marca a \u00faltima  fase do chamado Jap\u00e3o cl\u00e1ssico. Entre algumas das principais caracter\u00edsticas dessa \u00e9poca est\u00e3o a forte influ\u00eancia da cultura chinesa e uma rica literatura. A capital do pa\u00eds \u00e9 transferida de Nara  para Kioto. Os <strong>samurais<\/strong>, guerreiros aristocratas, ganham grande import\u00e2ncia na sociedade.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-95\">\n\t<td class=\"column-1\">25 de dezembro, 800<\/td><td class=\"column-2\">Imp. Carol\u00edngio<\/td><td class=\"column-3\"><strong>Carlos Magno<\/strong> \u00e9 sagrado imperador pelo <strong>Papa Le\u00e3o III<\/strong> na antiga Igreja de S\u00e3o Pedro em Roma.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"row-96\">\n\t<td class=\"column-1\"><\/td><td class=\"column-2\"><\/td><td class=\"column-3\"><em>Dizem que estava rezando, quando o papa se aproximou e colocou sobre sua cabe\u00e7a um diadema dos antigos imperadores romanos e teria dito \"A Carlos Augusto, coroado por Deus, grande e pac\u00edfico imperador dos romanos, vida e vit\u00f3ria\". Esta coroa\u00e7\u00e3o era um antigo anseio da Igreja que necessitava de um imp\u00e9rio forte que viesse a ocupar o v\u00e1cuo deixado pelos romanos como sustent\u00e1culo \u00e0 Cristandade.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<!-- #tablepress-24 from cache -->\n<p style=\"text-align: right;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":5870,"parent":114,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"full-width.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-119","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/119","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=119"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/119\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14577,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/119\/revisions\/14577"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/114"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5870"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cluny.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=119"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}